sábado, 1 de junho de 2013

Governo pede prorrogação de prazo para vacinação de aftosa na Paraíba

01/06/2013

Meta é de mais de um milhão de animais vacinados contra febre.
Secretaria solicitou prazo de mais 20 dias ao Ministério da Agricultura.


Do G1 PB
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A Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap) da Paraíba solicitou nesta sexta-feira (31), ao Ministério da Agricultura, a prorrogação por mais 20 dias do prazo para vacinação contra a febre aftosa. O prazo oficial para vacina e recadastramento do gado termina nesta sexta-feira (31). De acordo com o secretário Marenilson Batista, o objetivo é atingir a meta superior a um milhão de animais.
O recadastramento do gado poderá ser feito até o próximo dia 10 de junho, segundo a Sedap. Já o número aproximado de animais vacinados será atualizado na próxima segunda-feira (3), segundo afirmou o secretário Marenilson Batista. Conforme o coordenador de vacinação na região da Borborema, Antônio Araújo Neto, em torno de 70% do gado foi vacinado.
"Estamos solicitando ao Ministerio da Agricultura a prorrogação com o objetivo de vacinar todo o rebanho. Um milhão é o número que tínhamos antes e vamos atualizar esse cadastro para ter uma ideia de quantos animais realmente temos na Paraíba. Segunda-feira teremos um número aproximado, mas os proprietários têm até o dia 10 como prazo para declarar", alegou Marenilson Batista.
A vacina pode ser adquirida em 93 farmácias credenciadas pela Secretaria de Agricultura em todo  o estado. De acordo com a Sedap, o rebanho paraibano era composto por um milhão e trezentos mil animais antes da seca. O levantamento dos sobreviventes será feito após a vacinação, mas a Sedap calcula que o número tenha caído para aproximadamente um milhão de animais.
Também serão disponibilizados viaturas, técnicos agrícolas e equipamentos para atender os criadores. Para solicitar esse apoio, é necessário fazer um cadastro, comparecendo às sedes das Secretarias de Agricultura de cada município. Em Campina Grande, os criadores devem comparecer ao escritório da Secretaria de Agricultura do Estado, no Parque de Exposição do Ligeiro. Em João Pessoa, no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, no bairro do Cristo Redentor.
A Febre Aftosa é uma doença viral altamente contagiosa, que afeta bovinos e suínos. O vírus pode ser transmitido através da baba do animal e por contato indireto com sangue contaminado ou através de alimentos, água, ar e pássaros. Os criadores que não vacinarem ou não apresentarem a notificação no tempo previsto estão sujeitos a punições como multas e impossibilidade de transportar e comercializar os animais, uma vez que não terão direito ao GTA (Guia de Trânsito Animal), além da exclusão dos programas do governo.
G1

Delegado regional fala sobre deficiências da polícia e cita caso ocorrido em Bom Jesus

01/06/2013

O delegado regional de Cajazeiras, Dr. Gilson Teles em entrevista ao programa Sertão Alerta da TV Diário do Sertão nesta sexta-feira (31) falou sobre o funcionamento da Polícia Civil na cidade de Cajazeiras e região e também sobre as parcerias feitas com a Polícia Militar em busca de desvendar crimes.
Aproveitando a ocasião, o delegado falou sobre o episódio acontecido na madrugada desta sexta-feira (31) na vizinha e pacata cidade de Bom Jesus. De acordo com Gilson, o ocorrido pode acontecer em qualquer outra cidade pacata, pois os policiais não ficam completamente acordados a todo momento.
Segundo ele, já está sendo feito um trabalho investigativo através de depoimento e imagens de câmeras para procurar capturar os acusados. “Nosso intuito é solucionar esse crime chegando até os acusados”, disse ele.
O delegado regional falou sobre as fragilidades da polícia, citando inclusive o fato ocorrido esta semana no município de Princesa Isabel, onde bandidos fecharam a cidade. Para ele, trata-se de uma organização criminosa, que estudou por meses a rotina da cidade para realizar o crime.
Eles observam os horários de fragilidade da polícia e da população. Mas, o trabalho da Polícia Militar e da Civil já está dando resultado”, disse ele se referindo a prisão de um dos suspeitos que aconteceu nesta sexta-feira (31).

cancaonoticias com Diariodosertao

Estimativa é que nível do mar suba 20 metros no futuro

01/06/2013

Ninguém sabe ao certo se as gerações futuras serão capazes de conter (e quanto) o aquecimento global. Mas um estudo da Universidade Rutgers, em Nova Jersey (EUA), faz uma afirmação alarmante: mesmo que a temperatura global não suba mais do que 2 graus Celsius no futuro, o nível dos mares deve se elevar entre 12 e 22 metros em relação a hoje, o que tiraria do mapa a bela orla de capitais praierias, a exemplo de Joã Pessoa

As estimativas dos pesquisadores foram baseadas em uma abordagem diferente da maioria dos estudos desta área. Ao invés de fazer uma imprecisa projeção quanto ao futuro, os cientistas procuraram pontos de apoio no passado. Desta forma, tomaram como base um período entre 2,7 e 3,2 milhões de anos atrás, compreendido na época geológica do Piloceno.

Nestes 500 mil anos, os níveis de dióxido de carbono na atmosfera da Terra eram iguais aos de hoje, enquanto a temperatura estava 2 graus Celsius acima da atual. De lá para cá, a ampliação do nível dos oceanos foi equivalente ao derretimento de todo o gelo da Groenlândia, da porção oeste da Antártida e toda costa leste do continente gelado.

Se o padrão for verificado mais uma vez nos próximos milhares de anos, a elevação dos oceanos deverá afetar no mínimo 70% da população mundial. As gerações mais próximas no futuro ainda não sentirão estes impactos, mas o final do século XXI já deve reservar um aumento de 1 metro na altura dos oceanos. Ainda é necessário, portanto, esperar mais um pouco para ver se as projeções se confirmam.


Fala Mundo

Assaltantes fazem arrastão em fazenda e fogem após jantar preparado pelas vítimas


01/06/2013

A Polícia Civil está à procura de quatro homens que invadiram uma fazenda, fizeram uma família refém, roubaram animais e equipamentos e antes de fugirem, obrigaram as vítimas a fazer o jantar para eles. O crime ocorreu na última quarta-feira (29), na zona rural da cidade paraibana de Remígio ( localizada a 157 km de João Pessoa), conforme informou o delegado Lamartine Lacerda.
“Estamos fazendo o levantamento, interrogando as vítimas e acreditamos que os criminosos são de outras cidades”, disse o delegado.
Segundo informações da 7ª Regional da Polícia Civil, quatro homens armados chegaram na propriedade localizada no assentamento Paulo Freire e renderam uma família. Utilizando uma camioneta F-4000, os criminosos roubaram mais de 60 animais, além de aparelho de som, relógios, uma motocicleta, roupas e calçados.
Durante a ação criminosa, um dos bandidos vestiu a roupa e o calçado do proprietário da casa. Segundo informações da Polícia Civil, os bandidos ainda mandaram as mulheres da casa preparar o jantar para eles. “Eles disseram que estavam com fome e só iriam embora após comerem”, comentou o delegado.
Portalcorreio

Menino de dois anos acha arma e atira em si mesmo

01/06/2013

Um menino de dois anos, morador do Texas, morreu depois de atirar em si próprio com uma pistola 9 mm que encontrou em sua casa nesta quinta-feira (30). O Serviço Social local agora estuda tirar dos responsáveis a guarda das outras duas crianças que moram no local.

Trenton Mathis foi socorrido após o acidente, mas morreu no hospital. A bisavó dele, Carolyn, contou às autoridades que ele procurava chicletes em um quarto que estava com a porta aberta. Ele subiu na cama, e encontrou a arma na mesa de cabeceira.

A casa pertence a Carolyn Mathis e seu marido, que estavam no local na hora do tiro. Outros dois menores foram retirados de lá logo após o acidente, segundo informações do jornal Huffington Post.


Trenton e as outras crianças foram morar no local no ano passado, depois de terem sido abusadas e negligenciadas por seus pais.

Este não é o único caso desta semana em que uma criança tem acesso a uma arma de fogo. Uma arma carregada disparou por acidente dentro da mochila de um aluno de uma escola em Minneapolis na última terça-feira (28). Ninguém se feriu no episódio.


R7

Cerca de 40% da população brasileira têm intolerância à lactose

01/06/2013

Leite, queijo, iogurte e manteiga são alimentos facilmente encontrados na mesa dos brasileiros, mas para cerca de 40% da população podem trazer náuseas, diarreia, excesso de gases, dor de estômago entre outros incômodos. Isso acontece devido a uma incapacidade que essas pessoas têm de digerir lactose, o açúcar do leite. É a intolerância à lactose.

Para digerir esse açúcar, o organismo precisa produzir uma enzima chamada lactase, que divide o açúcar do leite em glicose e galactose. A incapacidade de produzir a lactase pode ser genética ou ocasionada por algum problema intestinal que a interrompe temporariamente.

De acordo com Ricardo Barbuti, gastroenterologista membro da Federação Brasileira de Gastroenterologia, a capacidade de produzir a lactase é geneticamente determinada.

— Quem tem a predisposição para produzir menos enzimas, na medida em que o tempo passa, vai perdendo a capacidade de digerir a lactose. Todo mundo que tem geneticamente uma intolerância, tem má absorção de lactose, mas isso não causa sintomas sempre.

Há países, como o Japão, em que praticamente toda a população tem essa característica. O especialista explica que geralmente os sintomas aparecem entre meia hora e uma hora depois da ingestão do leite ou derivados, como chocolate, sorvetes, leite condensado, creme de leite, iogurte, manteiga, pudins e queijos. Barbuti ressalta porém, que isso depende do grau de intolerância à lactose e de quanta lactose tem o alimento ingerido.

— Queijos quanto mais duros, menos lactose. Um parmesão, por exemplo, tem pouca lactose, enquanto um queijo mais mole tem mais lactose.

O iogurte, por exemplo, tem menos lactose, já que o leite é fermentado e, no processo de fermentação, as bactérias consomem a lactose.

Já para Simone Rocha, nutricionista presidente da Associação de Nutricionistas do Distrito Federal, outro fator que pode causar intolerância alimentar de qualquer tipo, inclusive à lactose, é a superexposição a determinado alimento.

— A superexposição pode causar intolerância, porque você come tanto que o seu organismo não consegue produzir enzimas para quebrar tudo.

De acordo com Barbuti, as pessoas estão tendo mais acesso ao diagnóstico de intolerância à lactose.

— O médico está mais atento a esse problema. O exame mais comum, que é o teste sanguíneo, é de fácil execução e está mais disponível à população, inclusive pelo SUS [Sistema Único de Saúde].

Ele conta que existe ainda um teste genético, em que os genes do paciente são estudados para saber se existe carga para a intolerância, porém este exame está disponível em pouquíssimos lugares no Brasil. O especialista ressalta que existe diferença entre intolerância alimentar e alergia, que é uma reação imunológica descontrolada do organismo a alguma substância.

Para quem tem intolerância à lactose e faz questão de continuar consumindo derivados do leite, Barbuti explica que existem no mercado comprimidos de lactase. No Brasil, a lactase é encontrada apenas nas farmácias de manipulação, pois, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a enzima lactase é um medicamento de origem biológica.

Em outros países, no entanto, a enzima é considerada alimento e tem venda liberada em farmácias e supermercados. Segundo a agência reguladora, ainda não há, no país, interesse das empresas em desenvolver o produto para vendas nas farmácias.

Outra alternativa para não passar mal ao ingerir derivados de leite são os probióticos, “as bactérias do bem”, que quando tomadas continuamente podem melhorar a digestão da lactose. Estes recursos são especialmente importantes para mulheres que já passaram pelo período da menopausa e precisam ingerir derivados do leite para absorverem cálcio.

R7

Consumidor gasta mais com cigarros do que com arroz e feijão

01/06/2013

Os gastos da população com cigarros têm se mantido nos últimos anos e o peso dessas despesas no orçamento mensal dos consumidores "é relevante", disse o economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz.

No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado nesta sexta-feira (31), o economista comentou as implicações do consumo de cigarro para o orçamento doméstico. Segundo ele, os consumidores gastam com o cigarro o dobro do que usam para comprar arroz e feijão. "1,20% da renda média é gasta com cigarro. É um número representativo se se olhar o gasto com arroz e feijão, que é a metade disso, só 0,60%", disse.

Segundo dados da Souza Cruz, em 2012, a empresa atingiu 74,9% do mercado brasileiro de cigarros, confirmando a primeira posição no setor. No quarto trimestre a participação teve um crescimento de 1,2 ponto percentual no ano, chegando à participação recorde na sua história, de 76.6%. Ainda de acordo com a empresa, o lucro operacional ficou em R$ 2.37 bilhões, que representa aumento de 9% em relação a 2011. O desempenho incluí os resultados com exportação de tabaco, que no mesmo período de comparação, conforme a companhia, teve crescimento de 106%.

O valor médio em reais dos gastos dos consumidores, no entanto, não é calculado, segundo o economista da FVG, porque varia conforme a quantidade de fumo por família e o número de integrantes de cada uma.

André Braz explicou que os gastos sempre tiveram peso relevante (acima de 1%), mas ficaram estáveis nos últimos dez anos porque quem gosta de fumar não abre mão do cigarro. Braz esclareceu que, apesar da queda no número de fumantes, o peso dos gastos permanece em destaque por causa da elevação do preço do produto. "O governo implementou uma política de aumento de imposto do produto para desestimular, então ainda que o número de fumantes seja em menor grupo, sustenta o vício a um preço maior", disse.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), na população com mais de 15 anos de idade, o consumo de cigarros no Brasil caiu de 32 %, em 1989, para 17% em 2008. Os 17% correspondem a 25 milhões de fumantes.

Para o pneumologista do Inca, Ricardo Meirelles, a queda é resultado de um conjunto de ações do Programa Nacional de Antitabagismo. "A conscientização da população sobre o tabagismo e as leis são importantes. A lei que proíbe o fumo em ambiente fechado é importante porque sensibiliza o fumante e o incentiva a parar de fumar. A gente nota que as pessoas querem parar de fumar por que não têm mais liberdade de fumar como antigamente."

Para o pneumologista, o aumento no preço do cigarro também influencia no combate ao vício. Citou também outros fatores: a proibição de propaganda, as campanhas para que os jovens não comecem a fumar, o aumento da oferta de assistência ao fumante na rede pública e, por último, a proibição que as pessoas fumem em prédios públicos. O pneumologista citou também as queixas crescentes das pessoas que dizem estar com a saúde prejudicada pela convivência com os fumantes.

Na avaliação de Meirelles, é muito mais econômico para o governo implementar um programa contra o tabagismo, mesmo comprando os medicamentos, do que pagar o tratamento da doença causada pelo vício. Ele explicou que o tratamento se baseia em duas formas.

"Primeiro – disse Meirelles - é preciso entender que o tabagismo é dependência química. A nicotina é muito poderosa e pode causar dependência química até maior que outras [substâncias]."

Observou também que há uma dependência psicológica: o cigarro às vezes é encarado como uma forma de tranquilizar, aliviar o estresse e aborrecimentos.

UOL

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