Segundo a UBAM, num Estado pobre como a Paraíba, que vem sofrendo um terrível efeito da seca prolongada, não se pode aceitar que uma mera distribuidora de energia elétrica tenha um lucro de 202 milhões de reais.
O presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM), executivo Edy Torgatto, criticou o lucro da Energisa, registrado em 2013, e classificou como um verdadeiro “tapa na cara dos paraibanos”, tendo em vista, segundo ele, que a energia é um direito de todos, devendo sua distribuição ser adequada a necessidade e ao poder aquisitivo dos cidadãos, não sendo possível permitir que esse bem necessário a vida se transforme em objeto de enriquecimento.