30/09/2010:
Informação foi revelada por deputado tucano; Sílvia Cunha Lima será a substituta
O PSDB da Paraíba iniciou nesta quarta-feira (29) a coleta de assinaturas dos membros da Executiva Estadual em ata na qual se registra, antecipadamente, a substituição da candidatura do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB).
A informação foi dada por um deputado do partido ao jornalista Adelson Barbosa, da Editoria de Política do jornal CORREIO da Paraíba. Na seqüência, outra fonte ligada ao PSDB não apenas confirmou ao Portal Correio a existência do documento. Disse também que no começo da noite aguardava-se tão somente a assinatura do empresário Eduardo Ribeiro Coutinho.
Outra informação envolvendo a ata diz respeito à escolha do substituto de Cássio. No caso, uma substituta, que seria a própria mulher do ex-governador, Sílvia Cunha Lima. Mas tudo estaria sendo encaminhado preventivamente, de modo a evitar qualquer atropelo de última hora na comunicação à Justiça Eleitoral de eventual decisão de trocar o ex-governador por sua esposa na chapa da Coligação Uma Nova Paraíba para o Senado, que é composta ainda pelo senador Efraim Morais (Democratas).
A iniciativa de redação da ata sobre a substituição da candidatura de Cássio teria a ver com o desfecho do julgamento do Caso Roriz, cujo processo foi extinto pelo Supremo Tribunal Fedederal nesta quinta, por perda de objeto em razão da renúncia do candidato Joaquim Roriz à possibilidade de disputar o governo do Distrito Federal.
Com isso, fica plenamente mantida a vigência da Lei da Ficha Limpa, que veda registro de candidaturas de pessoas condenadas por órgão colegiado da Justiça, mesmo que a condenação tenha ocorrido em data anterior à vigência da lei. Assim, quem concorrer com a candidatura sub judice corre o risco de ter seus votos anulados e sequer ser diplomado, caso até a data da posse o Supremo não se pronuncie pela inaplicabilidade da Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano.
Os ministros do Supremo já decidiram vão aguardar a nomeação de um novo membro para preencher o lugar do recém aposentado Eros Grau. O ato depende do presidente Lula, que não estaria disposto a fazê-lo, deixando a tarefa para o seu sucessor ou sucessora. Ou seja, o impasse não se resolve até o final deste ano.
A informação foi dada por um deputado do partido ao jornalista Adelson Barbosa, da Editoria de Política do jornal CORREIO da Paraíba. Na seqüência, outra fonte ligada ao PSDB não apenas confirmou ao Portal Correio a existência do documento. Disse também que no começo da noite aguardava-se tão somente a assinatura do empresário Eduardo Ribeiro Coutinho.
Outra informação envolvendo a ata diz respeito à escolha do substituto de Cássio. No caso, uma substituta, que seria a própria mulher do ex-governador, Sílvia Cunha Lima. Mas tudo estaria sendo encaminhado preventivamente, de modo a evitar qualquer atropelo de última hora na comunicação à Justiça Eleitoral de eventual decisão de trocar o ex-governador por sua esposa na chapa da Coligação Uma Nova Paraíba para o Senado, que é composta ainda pelo senador Efraim Morais (Democratas).
A iniciativa de redação da ata sobre a substituição da candidatura de Cássio teria a ver com o desfecho do julgamento do Caso Roriz, cujo processo foi extinto pelo Supremo Tribunal Fedederal nesta quinta, por perda de objeto em razão da renúncia do candidato Joaquim Roriz à possibilidade de disputar o governo do Distrito Federal.
Com isso, fica plenamente mantida a vigência da Lei da Ficha Limpa, que veda registro de candidaturas de pessoas condenadas por órgão colegiado da Justiça, mesmo que a condenação tenha ocorrido em data anterior à vigência da lei. Assim, quem concorrer com a candidatura sub judice corre o risco de ter seus votos anulados e sequer ser diplomado, caso até a data da posse o Supremo não se pronuncie pela inaplicabilidade da Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano.
Os ministros do Supremo já decidiram vão aguardar a nomeação de um novo membro para preencher o lugar do recém aposentado Eros Grau. O ato depende do presidente Lula, que não estaria disposto a fazê-lo, deixando a tarefa para o seu sucessor ou sucessora. Ou seja, o impasse não se resolve até o final deste ano.
Fonte: Portal Correio
Nenhum comentário:
Postar um comentário