11/10/2010:
O guia eleitoral para governador da Paraíba foi iniciado neste final de semana e já mostrou que promete ser quente. No programa deste domingo (10), tanto o governador José Maranhão (PMDB) como o ex-prefeito pessoense Ricardo Coutinho adotaram estratégias semelhantes, que incluem um lema claro, uma tentativa de diferenciar cada projeto e muita acusação mútua.
O peemedebista, por exemplo, escolheu como lema a frase “a Paraíba não pode parar”. Tentou mostrar que o Estado está em pleno desenvolvimento, enumerou as obras que ele estaria realizando e disse que era o único que poderia garantir a continuidade de tais ações.
Para se contrapor ao seu adversário socialista, Maranhão disse que a campanha era uma disputa entre o diálogo e a arrogância, dizendo em seguida que Ricardo Coutinho era centralizador e não escutava o povo ou mesmo os seus auxiliares.
No guia, Maranhão apelou também para várias lideranças políticas, que deram declarações em prol do peemedebista. Falaram os deputados federais Manoel Júnior e Vital Filho, os recém-eleitos Wilson Filho e Hugo Motta, o prefeito Veneziano Vital do Rêgo e o deputado estadual e candidato a vice-governador Rodrigo Soares.
O guia eleitoral de Ricardo Coutinho, por sua vez, começou atacando o erro das pesquisas e lembrando que “a Paraíba não caiu no conto das pesquisas”. E destacou em seguida que “a esperança venceu o medo”.
Ricardo preferiu contrapor a “verdade” e a “opressão”, dizendo que seu grupo político representava um projeto de desenvolvimento do Estado, enquanto que seu adversário oprimia e pressionava os servidores públicos tentando assim ganhar votos à força. Ele ainda usou o lema “40 anos em 4” e reafirmou que propunha “uma nova Paraíba”.
Ao partir ao ataque contra o peemedebista, Ricardo acusou maranhão de iniciar obras de forma atabalhoada com objetivos meramente eleitoreiros, e que estas eram abandonadas tão logo acabavam as eleições. O guia socialista mostrou documentos que comprovariam que isto aconteceu em 2002 e avisa que o mesmo vem acontecendo agora em 2010.
O peemedebista, por exemplo, escolheu como lema a frase “a Paraíba não pode parar”. Tentou mostrar que o Estado está em pleno desenvolvimento, enumerou as obras que ele estaria realizando e disse que era o único que poderia garantir a continuidade de tais ações.
Para se contrapor ao seu adversário socialista, Maranhão disse que a campanha era uma disputa entre o diálogo e a arrogância, dizendo em seguida que Ricardo Coutinho era centralizador e não escutava o povo ou mesmo os seus auxiliares.
No guia, Maranhão apelou também para várias lideranças políticas, que deram declarações em prol do peemedebista. Falaram os deputados federais Manoel Júnior e Vital Filho, os recém-eleitos Wilson Filho e Hugo Motta, o prefeito Veneziano Vital do Rêgo e o deputado estadual e candidato a vice-governador Rodrigo Soares.
O guia eleitoral de Ricardo Coutinho, por sua vez, começou atacando o erro das pesquisas e lembrando que “a Paraíba não caiu no conto das pesquisas”. E destacou em seguida que “a esperança venceu o medo”.
Ricardo preferiu contrapor a “verdade” e a “opressão”, dizendo que seu grupo político representava um projeto de desenvolvimento do Estado, enquanto que seu adversário oprimia e pressionava os servidores públicos tentando assim ganhar votos à força. Ele ainda usou o lema “40 anos em 4” e reafirmou que propunha “uma nova Paraíba”.
Ao partir ao ataque contra o peemedebista, Ricardo acusou maranhão de iniciar obras de forma atabalhoada com objetivos meramente eleitoreiros, e que estas eram abandonadas tão logo acabavam as eleições. O guia socialista mostrou documentos que comprovariam que isto aconteceu em 2002 e avisa que o mesmo vem acontecendo agora em 2010.
Fonte: Mais PB
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