10/11/2010:
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato Siqueira, reafirmou que a expectativa do setor canavieiro quanto à redução do volume de produção de cana-de-açúcar, alusiva à safra 2010/2011, que está sendo processada nas nove unidades industriais do estado, é que haja um decréscimo de 15 a 20% da produção em relação à safra do ano passado. No entanto, ele acredita que a queda na produção não deve trazer grandes perdas para o produtor pelo fato da tonelada de cana está sendo comercializada por um dos melhores valores dos últimos anos, em função dos altos preços do açúcar no mercado internacional.
O bom preço de comercialização da matéria-prima e o pagamento da subvenção, já garantida pelo Governo Federal, segundo Nonato, amenizam os prejuízos acumulados dos produtores nas últimas safras e abrem uma boa perspectiva para a próxima colheita. Ele lembra que a falta de chuvas antes de julho interferiu diretamente na queda da produtividade da atual safra, mas, essa redução já era aguardada pela categoria que, por isso mesmo, também lutou junto à classe política pelo pagamento da subvenção concedida pelo Governo Federal em socorro aos produtores prejudicados na safra anterior. “A produção de cana na Paraíba sofreu uma queda em função da redução das chuvas”, explica Nonato, acrescentando que durante os meses de julho e agosto choveu satisfatoriamente, mas não deu para recuperar totalmente a safra.
“Acredito que este é o momento de aproveitarmos. Ficamos surpresos com o preço, visto que já vimos muitas baixas e, por isso, estamos esperançosos que o preço do açúcar no mercado internacional se mantenha em alta para que a matéria-prima continue sendo bem comercializada”, destaca Nonato. A cana dos fornecedores da Asplan, que se classificam em grandes produtores (acima de 10.000 toneladas), médios (de 5.000 a 10.000 toneladas), pequenos (de 1.000 a 5.000 toneladas) e micros (até 1.000 toneladas), é processada nas nove unidades sucroalcooleiras da Paraíba. Destas unidades, uma trabalha apenas com a fabricação de açúcar (Agroval), duas fabricam álcool e açúcar (São João e Monte Alegre) e seis produzem apenas álcool (Tabu, Giasa, Japungu, Miriri, Una e Pemel). Além dessas nove unidades industriais, os associados ainda moem sua produção em outras duas usinas, sendo uma no Rio Grande do Norte (Baia Formosa) e outra em Pernambuco (Olho D’água). O processo de moagem da cana-de-açúcar produzida na Paraíba começou em agosto e deve terminar em fevereiro de 2011.
Uma das maiores produções do NE
A Paraíba detém a terceira maior produção de cana de açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Produção inferior mesmo só em relação a Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. O setor sucroalcooleiro paraibano gera cerca de 30 mil empregos diretos durante a entressafra e 40 mil em épocas de safra como agora.
O bom preço de comercialização da matéria-prima e o pagamento da subvenção, já garantida pelo Governo Federal, segundo Nonato, amenizam os prejuízos acumulados dos produtores nas últimas safras e abrem uma boa perspectiva para a próxima colheita. Ele lembra que a falta de chuvas antes de julho interferiu diretamente na queda da produtividade da atual safra, mas, essa redução já era aguardada pela categoria que, por isso mesmo, também lutou junto à classe política pelo pagamento da subvenção concedida pelo Governo Federal em socorro aos produtores prejudicados na safra anterior. “A produção de cana na Paraíba sofreu uma queda em função da redução das chuvas”, explica Nonato, acrescentando que durante os meses de julho e agosto choveu satisfatoriamente, mas não deu para recuperar totalmente a safra.
“Acredito que este é o momento de aproveitarmos. Ficamos surpresos com o preço, visto que já vimos muitas baixas e, por isso, estamos esperançosos que o preço do açúcar no mercado internacional se mantenha em alta para que a matéria-prima continue sendo bem comercializada”, destaca Nonato. A cana dos fornecedores da Asplan, que se classificam em grandes produtores (acima de 10.000 toneladas), médios (de 5.000 a 10.000 toneladas), pequenos (de 1.000 a 5.000 toneladas) e micros (até 1.000 toneladas), é processada nas nove unidades sucroalcooleiras da Paraíba. Destas unidades, uma trabalha apenas com a fabricação de açúcar (Agroval), duas fabricam álcool e açúcar (São João e Monte Alegre) e seis produzem apenas álcool (Tabu, Giasa, Japungu, Miriri, Una e Pemel). Além dessas nove unidades industriais, os associados ainda moem sua produção em outras duas usinas, sendo uma no Rio Grande do Norte (Baia Formosa) e outra em Pernambuco (Olho D’água). O processo de moagem da cana-de-açúcar produzida na Paraíba começou em agosto e deve terminar em fevereiro de 2011.
Uma das maiores produções do NE
A Paraíba detém a terceira maior produção de cana de açúcar do Nordeste, uma vez que produz mais que o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Maranhão e Piauí. Produção inferior mesmo só em relação a Alagoas e Pernambuco, que são tradicionalmente os maiores produtores da região. O setor sucroalcooleiro paraibano gera cerca de 30 mil empregos diretos durante a entressafra e 40 mil em épocas de safra como agora.
Fonte: ClickPB
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