25/11/2010
O candidato do PSDB derrotado nas eleições presidenciais, José Serra, aproveitou sua passagem por Brasília, nesta quarta-feira (24), para criticar a atual política econômica do governo Lula.
“[Lula] está deixando uma herança bastante adversa para o ano que vem. São vários problemas saltando do armário. A economia está com inflação ascendente, uma taxa de câmbio supervalorizada [em relação ao dólar], que está desindustrializando o país. E, ao mesmo tempo, com a atividade econômica caindo, especialmente no caso da indústria. Ele está deixando um grande nó para o próximo governo”, afirmou em visita ao Congresso.
Questionado sobre as indicações de Miriam Belchior para o ministério do Planejamento, Alexandre Tombini para a presidência do Banco Central e a manutenção de Guido Mantega na Fazenda, Serra evitou comentar.
“Não vou opinar sobre a formação de equipe da Dilma. Este é um trabalho, hoje, mais para os jornalistas. Nós vamos ter de examinar como as pessoas, como o governo se desempenha a partir do ano que vem. Afinal de contas, vai ser um novo governo”, afirmou.
Serra argumentou que o governo federal não deveria focar seus investimentos em “projetos megalomaníacos, sem cabimento”, citando como exemplo o do trem-bala, que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.
“É a obra mais cara desde Itaipu, que não tem fundamento nenhum. Não é o capital privado que vai fazer. Eles querem que isso seja feito com dinheiro público. Um projeto que não tem nenhuma prioridade. Não serve sequer para transportar cargo, é para transportar apenas passageiros”, disse.
O ex-governador de São Paulo voltou a afirmar que é contrário à volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), mas que também duvida que a volta do “imposto do cheque” resolveriaa questão de necessidade de recursos para a saúde.
O tucano destacou também que o legado petista ficou comprometido na área da educação ao se referir às falhas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
“Conseguiram mais uma vez desmoralizar o Enem. Enquanto isso, o Lula faz campanha para 2014 em vez de governar e adotar soluções responsáveis para deixar o Brasil em situação menos pior para o ano que vem”, declarou.
“[Lula] está deixando uma herança bastante adversa para o ano que vem. São vários problemas saltando do armário. A economia está com inflação ascendente, uma taxa de câmbio supervalorizada [em relação ao dólar], que está desindustrializando o país. E, ao mesmo tempo, com a atividade econômica caindo, especialmente no caso da indústria. Ele está deixando um grande nó para o próximo governo”, afirmou em visita ao Congresso.
Questionado sobre as indicações de Miriam Belchior para o ministério do Planejamento, Alexandre Tombini para a presidência do Banco Central e a manutenção de Guido Mantega na Fazenda, Serra evitou comentar.
“Não vou opinar sobre a formação de equipe da Dilma. Este é um trabalho, hoje, mais para os jornalistas. Nós vamos ter de examinar como as pessoas, como o governo se desempenha a partir do ano que vem. Afinal de contas, vai ser um novo governo”, afirmou.
Serra argumentou que o governo federal não deveria focar seus investimentos em “projetos megalomaníacos, sem cabimento”, citando como exemplo o do trem-bala, que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.
“É a obra mais cara desde Itaipu, que não tem fundamento nenhum. Não é o capital privado que vai fazer. Eles querem que isso seja feito com dinheiro público. Um projeto que não tem nenhuma prioridade. Não serve sequer para transportar cargo, é para transportar apenas passageiros”, disse.
O ex-governador de São Paulo voltou a afirmar que é contrário à volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), mas que também duvida que a volta do “imposto do cheque” resolveriaa questão de necessidade de recursos para a saúde.
O tucano destacou também que o legado petista ficou comprometido na área da educação ao se referir às falhas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
“Conseguiram mais uma vez desmoralizar o Enem. Enquanto isso, o Lula faz campanha para 2014 em vez de governar e adotar soluções responsáveis para deixar o Brasil em situação menos pior para o ano que vem”, declarou.
Fonte: ClickPB
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