terça-feira, 19 de outubro de 2010

Carro capota em estrada de Bom Jesus

19/10/2010:

Um acidente automobilístico foi registrado por volta das 16:45 de hoje, (19), na estrada vicinal que liga a Cidade de Bom Jesus ao sítio forquilha, distante 2 Km da Sede.
Um Gol branco de Placas MMW 5189 Bom Jesus-PB, que era dirigido pela Professora Marineide Lisboa, de 34 anos,  chegou a perder o controle do Veículo e capotou  em seguida ficando com os pneus para cima. Dentro do veículo estavam a Professa Lucy Assis e a doméstica Ângela Dias, que iam com destino ao sítio mata fresca. Todas as três vítimas passam bem e sofreram apenas algumas escoriações leves.
A Policia Militar de Bom Jesus esteve no local isolando a área e controlando o trânsito já que vários curiosos estão no local.


Da Redação

Prefeito Manoel Dantas recupera obras no Município de Bom Jesus

19/10/2010:

O Prefeito da Cidade de Bom Jesus-PB, Manoel Dantas Venceslau, vem recuperando várias obras no Município de Bom Jesus durante a sua gestão.
Foram recuperados vários Grupos Escolares da Zona Rural, Biblioteca Pública, Escola Municipal Maria do Carmo Gonçalves, Centro Cultural Dep. Edme Tavares, murada do Posto de Saúde da Cidade e do distrito São José, recuperação de toda a malha viária do município com terraplanagem, construção de passagens molhadas dos Sítios Timbaúba e Serragem, aquisição de ônibus escolar e equipamentos para o posto de saúde de Bom Jesus e São José.
Prefeito Manoel Dantas já chamou vários concursados na área de saúde e educação.
Atualmente o Prefeito vem recebendo elogios pelo o trabalho que vem realizando no Município de Bom Jesus.
O prefeito Manoel Dantas estará divulgando nos próximos dias toda a programação alusiva para as festividades em comemoração aos 47 anos de emancipação Política Administrativa do Município de Bom Jesus.
Uma coisa é certa, já está contratada a Banda Solteirões do Forró para o encerramento da Festa que acontecerá dia 05 de Novembro.
Da Redação

Vereador do PT de Bom Jesus apresenta projeto de lei reduzindo de dois anos para um o mandato de presidente da câmara

19/10/2010:

O Vereador Tito Líbio Dias, do Partido dos Trabalhadores (PT), da cidade de Bom Jesus-PB, apresentou na tarde de hoje, (19) de Outubro, o projeto de resolução alterando o Art. 11 do Regimento Interno da Câmara Municipal de Bom Jesus.
O Art. atual diz que o mandato de Presidente da Câmara é de dois anos sem direito a reeleição.  No Projeto de Resolução apresentado pelo Vereador Tito Líbio, a nova redação passará a ser a seguinte:
Art. 11 – O mandato do Presidente da Câmara é de um (01) ano, não podendo ser reeleito.
Segundo o Vereador Tito Líbio, “como vivemos num País democrático, não há mais justo do que dar oportunidade à todos os colegas o direito de disputar a Presidência da Câmara”, disse.
O Projeto foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça e deve ser votado na próxima terça-feira dia 26, quando a Comissão deverá apresentar o seu relatório.
Já para a Presidente eleita para o biênio 2010/2011, Vereadora Elizaneide Souza Pereira, foi uma surpresa a apresentação deste Projeto. A Vereadora deverá conversar com os vereadores que o apoiaram para não aprovação.
Da Redação

Empresa inicia construção de Ponte da Estrada que liga Uiraúna a Poço Dantas na BR-434

19/10/2010:

As obras de terraplanagem para a construção da Ponte de Fazenda Nova na BR-434, que liga a cidade de Uiraúna à Poço Dantas foram iniciados. As obras estão localizadas entre o rio de Fazenda Nova e o distrito de Santarém.
Segundo o popular José Carlos a construção da Ponte será um grande benefício, pois no período chuvoso este trecho fica intransitável.

“Com a construção da ponte o acesso será muito melhor, pois na época de chuvas ninguém consegue passar por essa estrada, é um caos”, disse o senhor José Carlos.

Orçamento das obras
A obra de construção da estrada que liga o município de Uiraúna a cidade de Poço Dantas, BR-434, foi iniciada há 5 meses e está orçada em R$ 27.981.200,14. A empresa vencedora da licitação foi o Consórcio – Construserv.

Segundo informações de alguns funcionários da construtora, até o mês de dezembro será asfaltado um trecho de 4 quilômetros da estrada e as obras estão previstas para terminar no próximo ano.
Fonte: Diário do Sertão

Após assalto, advogado sofre infarto e morre em João Pessoa

19/10/2010:

Após assalta, advogado ainda registrou queixa na polícia, mas depois passou mal e morreu.

O advogado Hélio Almeida Diniz faleceu no final da manhã desta segunda-feira (18), após ser assaltado em frente a seu escritório, localizado na avenida Pedro I, centro de João Pessoa.

A sua filha Luciana Diniz contou, que por volta das 09h00, ao chegarem ao escritório foram assaltados e em seguida registraram queixa na Polícia, mas depois passou mal e ao ser levado para um hospital morreu, vítima de uma parada cardiorrespiratória.

Natural de Piancó, município situado no sertão paraibano, Hélio Diniz tinha 59 anos e atuava principalmente na área do direito trabalhista. Como a esposa de Hélio, dona Fátima Diniz e um dos seus filhos estão nos Estados Unidos, o velório, que será realizado na central São João Batista, começará apenas nesta terça-feira (19), a partir das 10h00.

O presidente licenciado da OAB-PB, Odon Bezerra, destacou a atuação de Diniz e sua contribuição para a advocacia paraibana. Ele também lamentou a perda do advogado e colocou a Ordem a disposição da família de Hélio Diniz neste momento de dor.

“A Paraíba e em particular a sua seccional perdeu um grande advogado e excelente companheiro que durante sua atividade profissional engrandeceu a nossa categoria”, disse Odon Bezerra.

Fonte: WSCOM

Justiça ouve 7 testemunhas de acusação no caso Mércia; audiência continua na terça

19/10/2010:

Terminou por volta das 18h40 desta segunda-feira o depoimento da última testemunha de acusação ouvida no primeiro dia da audiência de instrução do assassinato da advogada Mércia Nakashima. No total, sete pessoas convocadas pela acusação foram ouvidas hoje e confirmaram as versões apresentadas à polícia e ao Ministério Público.

O corpo de Mércia foi encontrado dia 10 de junho na represa de Nazaré Paulista (64 km de São Paulo). São acusados pelo crime o ex-policial militar Mizael Bispo de Souza ex-namorado da advogada e o vigia Evandro Bezerra da Silva. Ambos negam o crime.

A última pessoa a ser ouvida foi o pescador que afirmou ter visto o carro da advogada ser jogado na represa na noite de 23 de maio data do desaparecimento de Mércia. Ele também disse ter ouvido gritos.

O juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano determinou que todos saíssem da sala de audiência durante o depoimento, por ser considerado testemunha sigilosa.

O pescador participou da reconstituição do crime, realizada pela polícia no dia 17 de setembro. De acordo com o perito Renato Pattoli, que participou da investigação, o laudo da perícia comprovou a versão da principal testemunha do caso.

O depoimento dele começou por volta das 17h20 e durou cerca de uma hora. Até as 19h havia a expectativa de uma nova testemunha ser ouvida ainda hoje, mas o depoimento não ocorreu.

Ao todo, 26 testemunhas serão ouvidas na audiência que está prevista para terminar na próxima quarta-feira. Os depoimentos serão retomados a partir das 13h desta terça (19).

No final, o juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano irá determinar se Mizael e o vigia serão levados a júri popular. Caso haja pronúncia, o magistrado pode decretar a prisão preventiva dos réus.

TESTEMUNHAS

Antes do início dos depoimentos, a defesa de Mizael fez dois pedidos para adiar a audiência, que foram rejeitados.

O advogado Samir Haddad Júnior também tentou excluir os irmãos de Mércia, Cláudia e Márcio, da audiência, alegando parcialidade. O juiz indeferiu as exclusões.

A irmã de Mércia, Cláudia Nakashima, foi a primeira a ser ouvida. O depoimento começou por volta das 11h30 e terminou às 13h. Antes do depoimento, ela encontrou com Mizael nos corredores do Fórum de Guarulhos (Grande SP) e o chamou de assassino.

Abatida, Cláudia afirmou que sente raiva de Mizael. "Se eu encontrar com ele na rua, eu dou ré e passo por cima dele", afirmou. Ela também contou que Mizael sempre andava armado, com duas armas e quando chegava em sua casa ela e Mércia moravam juntas deixava as armas em qualquer lugar. Antes do depoimento, a jovem pediu que Evandro e Mizael fossem retirados do plenário. Pedido que foi acatado pelo juiz.

Depois de Cláudia, o investigador Alexandre Simoni da Silva falou sobre a análise das ligações telefônicas de Mizael, Evandro e Mércia. Segundo o relatório de ligações, no dia 23, Evandro e Mizael se falaram em 19 ocasiões. As ligações ocorreram de um celular não registrado em nome de Mizael e que ele não forneceu no início das investigações.

Em seguida foi a vez de Márcio Nakashima depor. "Eu não acreditava que ele tinha matado a minha irmã. Mas ele não ajudou a procurá-la, pelo contrário, um vizinho dele me ligou para falar que ele estava tirando os panfletos pregados perto da casa dele. Eu achava que ela tinha sido sequestrada, acreditei no sequestro até o fim", disse o irmão da advogada.

Também foram ouvidos nesta segunda-feira o guardador de carros Bruno da Silva Oliveira; Jurandi Ferreira da Silva, funcionário do posto de gasolina onde trabalhava Evandro Bezerra da Silva acusado de ter ajudado Mizael no crime; e Maria Cleonice Ferreira, amiga da família de Mércia.

Todos os depoimentos foram gravados em vídeo são duas câmeras na sala, e todos os envolvidos usam microfones. O recurso já foi usado em outras audiências e, segundo o juiz, o método permite um registro fiel das declarações. Para ele, as transcrições podem não reproduzir os depoimentos "ipsis litteris", e uma vírgula errada poderia mudar a interpretação.

POLÍCIA

Durante os depoimentos à Justiça, Cláudia e Márcio afirmaram que a família teve problemas para registrar boletim de ocorrência no 6º DP de Guarulhos, após o desaparecimento de Mércia.

De acordo com eles, a polícia foi procurada dois dias depois do desaparecimento, mas um investigador afirmou que seria "a palavra da família contra a palavra de Mizael". O policial ainda teria alertado para que ela tomasse cuidado porque poderia ser processada.

Os irmãos contaram ainda que ao deixar a delegacia, uma pessoa que trabalha na delegacia procurou Márcio e aconselhou que o boletim de ocorrência fosse registrado em um delegacia de São Paulo, pois em Guarulhos iam "passar o pano" para o Mizael. Só depois disso, a família da jovem decidiu espalhar pela região fotos de Mércia e procurar o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Márcio afirmou que policiais civis e militares de Guarulhos trabalham como seguranças na empresa de vigilância privada de Mizael.

HOMENAGEM

Amigos da família de Mércia chegaram cedo ao fórum de Guarulhos e colocaram faixas com mensagens de apoio à família da jovem e com pedidos de Justiça. Mércia não merecia essa crueldade. A Janete [mãe de Mércia] perdeu uma filha de forma estúpida. Eu vi a Mércia nascer, afirmou a professora aposentada Elza Nogueira da Silva, 66.

Silva afirmou que mais amigos ainda deverão se encontrar no local e pretendem acompanhar a audiência. Ela era muito amorosa. Foi chocante. Ninguém merecia isso. Principalmente ela, destacou ela. A professora afirmou ainda que a família de Mércia está arrasada até hoje.

CRIME

A advogada Mércia Nakashima desapareceu no dia 23 de maio. Seu carro foi encontrado na represa de Nazaré Paulista no dia 10 de junho e seu corpo no dia seguinte.

Mizael é acusado de homicídio triplamente qualificado, mas desde o início das investigações nega qualquer envolvimento com o crime. O vigia Evandro Bezerra da Silva, acusado pela polícia de ajudar Mizael, foi denunciado por homicídio duplamente qualificado.

Silva chegou a falar, em depoimento à polícia, que combinou de ir buscar Mizael na represa de Nazaré Paulista no dia 23 de maio data de desaparecimento de Mércia, mas depois mudou a versão e negou envolvimento com o crime.

Fonte: ClickPB

Conmebol volta atrás, e G-3 do Brasileirão passa a ser outra vez G-4

19/10/2010:

A Conmebol resolveu em reunião nesta segunda-feira devolver uma vaga brasileira na Taça Libertadores. Com isso, o quarto colocado do Brasileirão passa novamente a ter direito a uma lugar na principal competição do continente. A decisão foi tomada depois que a CBF reclamou a perda de um posto no torneio e teve a requisição avaliada nesta segunda.

O imbróglio começou quando a Conmebol anunciou, há cerca de um mês, que o país do campeão da Libertadores teria uma vaga a menos na edição seguinte, por conta de o próprio campeão ser o ocupante deste posto. O que estava previamente acordado é que o país do vencedor da Copa Sul-Americana teria uma vaga a menos (dada a este campeão).

Como o Internacional é o atual detentor do título da Libertadores, o Brasil perderia uma de suas vagas, mais especificamente a do quarto colocado do campeonato nacional. Mesmo com a decisão desta segunda, a hipótese de o G-4 voltar a virar G-3 ainda existe. Para isto, basta que algum clube brasileiro seja campeão da Copa Sul-Americana (Palmeiras, Atlético-MG, Goiás e Avaí seguem vivos na disputa).

Fonte: WSCOM

MPF aponta manobra contábil do governo com saúde; prejuízo seria de R$ 2,6 bi

19/10/2010:

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) ajuizou na última quarta-feira (13) ação civil pública, com pedido de liminar, para garantir que a União desembolse, em ações e serviços públicos de saúde, os recursos mínimos estabelecidos pela Constituição Federal. O MPF/DF afirma que, desde 2000, quando foi criada pela Emenda 29, a meta mínima de investimento na área é descumprida pela União.

A situação, segundo o Ministério Público, é decorrente de manobras contábeis utilizadas pelo governo federal para mensurar os recursos aplicados em saúde a cada exercício financeiro. A prática teria gerado um saldo devedor de mais de R$ 2,6 bilhões, nos últimos dez anos. O MPF/DF apurou que o déficit da União aconteceu porque, reiteradamente, o governo federal incluiu, no seu cálculo de recursos aplicados em saúde, gastos inicialmente previstos no orçamento, mas posteriormente retirados ou não efetivados, os chamados “restos a pagar” cancelados.

Em liminar, o MPF pede que, daqui para frente, o governo federal seja obrigado a excluir, dos valores computados como gastos em saúde, os restos a pagar que venham a ser cancelados. Pede ainda que a União seja condenada a repor os restos a pagar cancelados entre 2000 e 2009 que tenham sido considerados como gastos em ações de saúde.

Para o MPF, a inclusão desses valores na base de cálculo da obrigação mínima do Estado com saúde é “totalmente irregular, fere a Constituição Federal e confunde os cidadãos”. “Não se pode admitir que os restos a pagar cancelados sejam considerados como numerário investido, aplicado em saúde. Se assim considerarmos, estaríamos sendo levados a erro, induzidos a acreditar que esses recursos foram destinados à saúde quando, na verdade, na prática, não o foram”, diz o procurador da República Peterson de Paula Pereira. De acordo com assessoria de comunicação da Procuradoria Geral da República no DF, em maio de 2009, o MPF já havia recomendado à União que deixasse de incluir nos seus cálculos sobre o mínimo a ser investido em saúde os restos a pagar cancelados. Em resposta, segundo a assessoria, o Ministério do Planejamento reconheceu a prática, mas negou equívocos na interpretação adotada pelo governo. Agora, o Judiciário definirá a questão. O processo será julgado pela 7ª Vara da Justiça Federal no DF.

Ministério da Saúde nega manobra

A legislação atual determina que o Ministério da Saúde aplique anualmente o valor do orçamento do ano anterior, corrigido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) nomimal, ou seja, inflação mais o crescimento do país. O cálculo, segundo informa a assessoria do ministério, é aplicado sobre os valores empenhados (reservados no orçamento). “O Ministério da Saúde está cumprindo integralmente o que determina a legislação atual”, informa a assessoria.

Sobre a utilização dos restos a pagar cancelados, o órgão esclarece que atende a uma recente decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que, embora tenha apresentado sugestões de mudanças, afirmou que o ministério de está correto no cálculo que realiza na aplicação orçamentária. Para os ministros do TCU, conforme aponta o ministério, não há como discordar da prática adotada atualmente que se baseia no valor empenhado para aferição do mínimo constitucional de saúde, sem exclusão da base de cálculo dos restos a pagar cancelados.

Na decisão, o tribunal também atesta que essa questão somente será “solucionada” com a edição de uma lei complementar que regulamente o tema. “Para minimizar esse problema, propõe-se que o Poder Executivo Federal adote providências para minimizar os efeitos dessa metodologia, bem como para dar mais transparência à apuração do percentual mínimo correspondentes aos exercícios anteriores", recomendam os ministros.

A assessoria da Saúde explica ainda que a não utilização de restos a pagar ou o seu cancelamento eventual, envolve, basicamente convênios do ministério com estados, municípios e outras instituições, além de contratos para aquisições de medicamentos, insumos, equipamentos e materiais. “Enquanto os requisitos não são cumpridos pelas instituições conveniadas, o ministério não realiza o pagamento. Há casos, ainda, em que, em função do não atendimento a cláusulas contratuais, por parte dos fornecedores contratados, o ministério não realiza o pagamento previsto no empenho”, conclui.
Fonte: MaisPB

Nabor Wanderley promete reverter derrota de José Maranhão em Patos

19/10/2010:

Após registrar derrota inesperada em pleno terreiro eleitoral, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (PMDB), promete arregaçar as mangas para reverter o prejuízo de 579 votos de diferença pró-Ricardo Coutinho (PSB).

Na noite desta segunda-feira, Nabor reafirmou compromisso no apoio a candidatura do governador e candidato à reeleição José Maranhão (PMDB).

“Zé, como governador, ajudou muito a Patos e a toda a Paraíba e como prefeito de uma cidade tão importante, reconheço tudo o que ele fez para que nossa cidade hoje pudesse ser grande e importante, com obras importantes”, acrescentou o prefeito sertanjejo.

Nabor Wanderley lembrou que mesmo com pouco tempo de gestão, Maranhão já fez muitas melhorias pela ‘capital’ do Sertão, a exemplo da retomada das obras do shopping, da ampliação da maternidade, está melhorando os serviços de Saúde, abriu o Restaurante Popular, além de entregar moradias.
Fonte: Mais PB

Decisões do STJ beneficiam usuários de cheques especiais

19/10/2010:

O cheque especial é uma espécie de contrato de empréstimo entre o cliente e a instituição bancária, que disponibiliza crédito pré-aprovado vinculado à conta bancária. Mas essa comodidade, muitas vezes, se vira contra o correntista. O juro do cheque especial cobrado pelo uso do dinheiro extra é conhecido como um dos mais altos do mercado. Várias decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) têm evitado abusos contra os clientes que lançam mão desse produto bancário.

Uma prática comum entre os bancos é alterar o limite do cheque especial sem aviso prévio ao correntista. O cliente deve ser informado dessas mudanças, mesmo se já for inadimplente. O STJ tem jurisprudência no assunto. O ministro Massami Uyeda aplicou o entendimento ao analisar o Agravo de Instrumento n. 1.219.280, envolvendo o Banco Itaú. A instituição cancelou o limite de um dos seus correntistas. No processo, o banco afirmou não ter havido falha na prestação do serviço e, portanto, não haveria ilícito. Mas o ministro Uyeda considerou que o banco deveria indenizar o cliente por danos morais, pois estaria obrigado a informar o correntista sobre mudanças no contrato de cheque especial.

Uma das primeiras decisões sobre a matéria foi da ministra Nancy Andrighi (Resp n. 412.651). Um cliente, já inadimplente com o ABN Real, teve seu limite do cheque especial cancelado. Um dos seus cheques foi devolvido e sua conta foi automaticamente cancelada. Entretanto, o débito não era do próprio correntista, mas relativo a empréstimo do qual ele foi avalista.

O cliente entrou com ação contra o ABN Real, pedindo indenização por dano moral. O banco afirmou que o cheque especial é um prêmio concedido aos clientes que cumprem suas obrigações em dia. No entanto, a ministra Andrighi esclareceu que “não há relação entre o contrato de mútuo avalizado pelo correntista e a abertura de crédito em conta-corrente, cujo limite de crédito foi cancelado, o que impede o cancelamento de um em razão da inadimplência do outro, pois são relações jurídicas distintas”.

Situação semelhante foi apreciada no julgamento do Resp n. 417.055, relatado pelo ministro Ari Pargendler. Na ocasião, decidiu-se não haver relação entre a abertura de crédito em conta-corrente e o contrato de cartão de crédito que autorize o cancelamento de um em razão de inadimplemento do outro. No caso, o cartão de uma cliente do Banco Real foi indevidamente cancelado, gerando uma ação por danos morais. A conta-corrente também foi cancelada, apesar de serem contratos diferentes com a instituição bancária. O ministro Pargendler afirmou não haver justificativa para o cancelamento. “A discussão sobre a circunstância de que houve ou não informação de que o cartão foi roubado é desimportante para a causa, pois houve o cancelamento indevido – fato que por si só gera o dano moral, inexistindo, nessa linha, ofensa ao artigo 128 do CPC”, esclareceu.

O advogado Rodrigo Daniel dos Santos, consultor jurídico do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) e especialista em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, afirma que esse é um dos abusos mais comuns dos bancos. “Cancelar ou diminuir o limite do cheque especial, sem aviso prévio, pode ser considerado uma quebra de contrato”, observou o consultor.

Salário

Outro abuso cometido por bancos é a retenção de salários para a quitação de cheque especial. O artigo 649 do Código de Processo Civil (CPC), no entanto, veda a penhora, entre outros, de salários e vencimentos necessários à manutenção do devedor e sua família. Esse foi o entendimento do ministro Humberto Gomes de Barros, já aposentado, no julgamento do Recurso Especial n. 507.044.

No processo, o Banco do Brasil admitia a prática da retenção de salário, sob a alegação de estar exercendo seu direito de execução do contrato. Disse que os valores depositados estariam cobrindo os débitos na conta-corrente, podendo a operação ser considerada legal. O ministro, entretanto, entendeu que, mesmo com permissão de cláusula contratual, a apropriação de salário para quitar cheque especial é ilegal e dá margem à reparação por dano moral.
O ministro João Otávio de Noronha tomou decisão semelhante no Agravo de Instrumento n. 1.298.426. No caso, o Banco Santander entrou com recurso para que fosse permitida a retenção do salário de correntista. O ministro Noronha ressaltou que, baseada na aplicação do artigo 649 do CPC, a jurisprudência do STJ já está fixada nesse sentido.

Taxas

Outras decisões do STJ têm combatido os excessos na fixação de taxas de juro em cheque especial e demais contratos bancários. Um exemplo é o Recurso Especial n. 971.853, impetrado pela Losango Promotora de Vendas Ltda. e HSBC Bank Brasil S.A. No caso, um correntista entrou com ação para retificação da taxa de contrato fixada em 380,78% ao ano.

O relator do recurso, ministro Pádua Ribeiro, já aposentado, considerou que haveria uma “flagrante abusividade no caso”, na medida em que a média de mercado no mês em que o empréstimo foi concedido era de 67,81%. O magistrado afirmou que, apesar de não ser possível considerar abusivas taxas acima de 12% ao ano, na hipótese analisada o valor seria por demais excessivo.

O consultor Rodrigo Daniel dos Santos, do Ibedec, afirma que os contratos para cheques especiais são demasiadamente genéricos e não especificam as taxas que variam acima do mercado. Ele destacou que, para provar que as taxas de mercado são excessivas, deve haver perícia ainda nas instâncias inferiores.

O advogado observou, ainda, que o STJ vem entendo ser possível a capitalização (juros sobre juros) em cédulas de crédito bancário, como o cheque especial. Ele destacou que as normas legais que permitem isso, como a Medida Provisória n. 2.170/2001 e a Lei n. 10.931/2004, estão sendo contestadas no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Ação Declaratória de Inconstitucionalidade n. 2.136.

CDC

O presidente da Associação Nacional de Defesa dos Consumidores do Sistema Financeiro (Andif), o advogado Aparecido Donizete Piton, critica o fato de que, até hoje, os bancos resistem à definição de empresas prestadoras de serviços, o que facilitaria a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). “Bastaria uma lei do Legislativo, uma medida provisória do Executivo ou uma súmula do Judiciário”, opinou.

Tem havido decisões no STJ que classificam instituições financeiras como prestadoras de serviços em operações creditícias para consumidores finais, especialmente em situações de descumprimento do CDC. Um exemplo é a tomada no Agravo de Instrumento n. 152.497, relatado pela ministra Nancy Andrighi. “Os bancos, como prestadores de serviços, estão submetidos às disposições do Código de Defesa do Consumidor”, apontou.

O ministro Barros Monteiro, atualmente aposentado, afirmou, no Recurso Especial n. 213.825, que, apesar de os juros serem regulamentados por lei complementar, o CDC seria aplicável a instituições financeiras. “Se o empréstimo é tomado por consumidor final, a operação creditícia realizada pelo banco submete-se às disposições do Código, na qualidade de prestador de serviços”, destacou Barros Monteiro.

O advogado Donizete Piton apontou que os bancos têm uma excessiva liberdade para fixar juros e modificar os contratos por falta de uma legislação que regulamente esses serviços. “Os clientes não são adequadamente informados do valor dos juros que pagarão pelo serviço, das mudanças nos contratos, limites e etc.”, afirmou.

Por sua vez, Rodrigo Daniel, do Ibedec, opina que, além de faltar legislação sobre temas específicos, como um teto máximo para o “spread bancário” (diferença entre o custo de captar dinheiro e as taxas efetivamente cobradas nos empréstimos), muitas vezes as leis existentes não são aplicadas. “Os bancos contam com o fato de que os clientes não conhecem seus direitos e a maioria não procura o Judiciário. Os clientes de bancos não devem ter medo de procurar a Justiça se se sentirem prejudicados”, destacou.

Fonte: Portal Correio

Segundo debate entre os candidatos é marcado por provocação e troca de acusações

19/10/2010:

Foi realizado na noite desta segunda-feira (18), pela TV Correio, o segundo debate com os candidatos ao Governo do Estado, José Maranhão (PMDB) e Ricardo Coutinho (PSB).

O debate foi dividido em quatro blocos, onde os candidatos tiveram a oportunidade de fazer suas perguntas. Foram oito perguntas para cada um, feitas diretamente pelo adversário e com tema livre. O formato permitiu o confronto direto entre os dois candidatos, o que resultou no esquecimento das propostas e na priorização dos ataques mútuos.

O debate começou quente e os candidatos trocaram acusações já no primeiro bloco.

Os temas discutidos na primeira parte foram construção de escolas, recursos hídricos, investimentos no setor privado, superfaturamento de obras, desoneração do orçamento familiar e merenda escolar.

Ricardo Coutinho inicia o primeiro bloco confrontando seu adversário sobre escolas construídas. Por sua vez, José Maranhão cita obras e restaurações de infraestrutura de escolas do Estado e a implantação do programa do transporte escolar. O candidato socialista volta a enfrentar o candidato peemedebista e cita suas obras escolares e projeto pedagógico. Maranhão rebate dizendo que as escolas que existiam antes de sua gestão estavam em estado “deplorável” e seu trabalho foi dar uma condição digna ao alunado paraibano.

No segundo bloco, seguem as trocas de acusações. Os temas da implantação da PEC 300, saúde e habitação pautaram esta parte.

José Maranhão pergunta sobre a maternidade Santa Maria, o hospital Santa Isabel e o hospital do Valentina. Ricardo explica todas as obras e reforma que foram feitas. Maranhão critica a demora das obras e cita a obra do hospital Clementino Fraga e a construção do Hospital de Trauma de Campina Grande. O candidato do PSB acusa José Maranhão de falar inverdades.

Dando continuidade às críticas, Ricardo Coutinho pergunta quais serão as propostas de habitação de seu adversário. Os candidatos esquecem propostas e perguntas e a troca de acusações se torna o centro dos discursos.

No terceiro bloco o clima do debate se mantém os temas centrais são cultura, turismo e minérios.

Em relação à cultura, José Maranhão cita as reformas do Espaço Cultural, a realização da Fenart e o apoio aos artistas paraibanos. Ricardo pretende dar ênfase ao fundo de incentivo à cultura e à criação do circuito cultural, unindo ao turismo.

Na questão dos minérios, Ricardo diz que vai unir a exploração dos minerais à escoação através do porto de Cabedelo, que deve ser revitalizado. Maranhão expõe que a escoação depende do porto de águas profundas para receber os navios de grande calado.

Nas considerações finais, o governador José Maranhão agradece aos telespectadores e aos eleitores do primeiro turno. O candidato ainda parabeniza os médicos e os comerciários e aproveita para expor algumas propostas.

O ex-prefeito Ricardo Coutinho também parabeniza os médicos e comerciários, e prega a união da Paraíba para que possa se igualar ao nível de desenvolvimento dos estados vizinhos (Rio Grande do Norte e Pernambuco).

Fonte: Click PB

Comissão gestora das águas do açude Lagoa do Arroz realiza reunião para discutir a liberação de água

19/10/2010:

A Comissão Gestora das Águas do Açude de Lagoa do Arroz reuniu-se na manhã de hoje no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cajazeiras, onde se fizeram presentes os representantes do DNOCS, Geraldo Alcino, Eng. André Geovani Sarmento, Talita Gabrielle Araujo representante da AESA, José Maria Gurgel, Maria de Fátima Freitas, Francisco Jocerlan Sampaio de Aquino, membros da Comissão Tríplice, Julio Neto, Jose Saturnino, Damásio Dias, Gervásio Vieira, Geraldo do Sindicato, Eliomar Brito representantes da Comissão Gestora. Estiveram presentes também, o Deputado Estadual André Gadelha, o Presidente da Câmara Denis Formiga da cidade de Sousa e demais usuários que ali participaram.



Dr. André Sarmento, fez uma explanação sobre a situação do Açude Lagoa do Arroz e mostrou uma planilha simulada com a liberação da água, chegando a mostrar que numa liberação de 70 voltas para o rio durante 30 dias, chegaria a um volume de 31.211,229 m3 com uma capacidade de 38,9 %.

 
A reunião foi bastante movimentada. Um dos fatos interessantes foi a presenças do Deputado Estadual eleito recentemente André Gadelha e o Presidente da Câmara Municipal da cidade de Souza, Denis Formiga.

A cidade de Souza mandou um grande número de representantes para pressionar a liberação de água. A reunião teve momento de exaltação, inclusive quando o Advogado Expedito, da Cidade de Sousa, chegou a dizer que Cajazeiras é tão preocupado com a água de Lagoa do Arroz, que engarrafasse a água para beber e matar a sede, o que foi rebatido pela Secretaria de Agricultura Dodô que não concordou e reputou a fala de expedito.

Segundo Dodô, Cajazeiras está preocupada com a situação de escassez e falta d’água na zona rural.

Damásio Dias, que é observador do Açude Lagoa, disse estar preocupado com a liberação, uma vez que o Açude está perdendo em torno de 2,8 cm diário.
Segundo Damásio, o que mais atrapalha é a questão dos barramentos no leito no rio, a liberação é essencial fazer, mais o problema maior é má utilização da água pelos os usuários.

Já o proprietário Zito, chegou a falar que o DNOCS desobedeceu a Comissão Gestora, num grande desrespeito, quando fez a liberação sem conhecimento dos membros – “quando precisa de água para o canal é a maior dificuldade, mais para atender Sousa a água é liberada de imediato”, disse.

Após acabarem as discussões, o Deputado André Gadelha disse, que é preciso fazer um planejamento e vistoriar as questões das barragens no leito do rio.
Dr. André disse ainda que é preciso fazer uma denuncia escrita ao Ministério Público, das Cidades de Sousa, Cajazeiras e São João do Rio do Peixe, para que o Ministério Público tomem providências em relação aos barramentos ilícitos no leito do rio, desrespeitando a Lei 9.433 Lei das águas.

A reunião foi concluída com a votação da Comissão Gestora, pela liberação de 70 voltas para o rio e 15 voltas para o canal, durante um período de 30 dias. Depois será reduzido para 25 voltas até a chegada do período invernoso.

Da Redação

Governo vai investir R$ 4 milhões em estudos sobre o crack

19/10/2010:

O governo federal vai investir R$ 4 milhões em pesquisas sobre o crack, um droga derivada da cocaína que está se transformando em um dos maiores problemas sociais do país. Os estudos deverão contribuir para orientar políticas públicas e promover o desenvolvimento de ações mais eficazes de prevenção e de combate ao crack, além de estimular novas abordagens terapêuticas.

O edital para a aplicação desse dinheiro foi lançado hoje (18) pelos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Ainda não existem estudos conclusivos a respeito do crack, mas estima-se que o Brasil tenha cerca de um milhão de usuários. O edital prevê o financiamento de estudos sobre a droga, o perfil do usuário, os padrões de consumo, as vulnerabilidades e os modelos de intervenção.

De acordo com o gestor do projeto, Marcos Vinício Borges Mota, a chamada faz parte dos esforços do governo federal para solucionar um problema de saúde pública, pois o consumo da droga tem aumentado no Brasil, com graves consequências sanitárias e sociais.

O crack é um entorpecente barato e cada vez mais acessível. E que leva o usuário ao vício rapidamente. A fumaça, produzida pela queima da pedra, chega em segundos ao sistema nervoso central e o efeito dura de três a dez minutos. Depois disso, a sensação de euforia extrema é substituída pela depressão. O crack pode causar doenças pulmonares e circulatórias, além da destruição de neurônios.

Fonte: Paraíba Online

O que Bolsonaro pode acessar de mídia na prisão domiciliar

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