A imprensa argentina destacou a visita que a presidente Dilma Rousseff faz hoje ao país, citando os principais pontos de tensão entre os dois governos. O jornal Clarín publicou que o encontro da brasileira com a presidente argentina, Cristina Kirchner, servirá, antes de mais nada, para mostrar "que tipo de química existe" entre as duas. As informações são da agência Ansa.
A publicação comentou que será "um encontro de duas mulheres de caráter forte, com tantos pontos de concordância quanto de divergência em suas biografias políticas e pessoais". Para o jornal, essa química depende do fato de o Brasil "habilitar as empresas argentinas a participarem de licitações multimilionárias de obras e serviços relacionados ao Mundial de Futebol de 2014 e aos Jogos Olímpicos do Rio de 2016".
Ao enumerar algumas das "tensões que sempre surgem na relação comercial", o Clarín também relembrou que Cristina não compareceu à posse de Dilma em 1º de janeiro.
Já o jornal La Nacion afirmou que "o governo argentino está satisfeito com as declarações" de Dilma à imprensa, nas quais ela ratificou seu interesse em manter boas relações com o país.
"Para a diplomacia (argentina), a chegada de Rousseff é central. Não só para afiar as relações com o principal sócio comercial, mas também porque a Casa Rosada tenta deixar para trás o sabor amargo da notícia, na semana passada, do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de excluir a Argentina como destino de seu giro pela América do Sul", diz o diário.
Esta é a primeira viagem internacional de Dilma como presidente. A previsão é de que Dilma e Cristina assinem uma série de acordos bilaterais, como um que prevê a construção de reatores nucleares.
Após o encontro a presidente argentina, que irá ocorrer na Casa Rosada (sede da presidência), Dilma vai se reunir com membros das Mães e Avós da Praça de Maio, duas entidades que têm como objetivo encontrar crianças desaparecidas durante a ditadura militar argentina.
Terra
A publicação comentou que será "um encontro de duas mulheres de caráter forte, com tantos pontos de concordância quanto de divergência em suas biografias políticas e pessoais". Para o jornal, essa química depende do fato de o Brasil "habilitar as empresas argentinas a participarem de licitações multimilionárias de obras e serviços relacionados ao Mundial de Futebol de 2014 e aos Jogos Olímpicos do Rio de 2016".
Ao enumerar algumas das "tensões que sempre surgem na relação comercial", o Clarín também relembrou que Cristina não compareceu à posse de Dilma em 1º de janeiro.
Já o jornal La Nacion afirmou que "o governo argentino está satisfeito com as declarações" de Dilma à imprensa, nas quais ela ratificou seu interesse em manter boas relações com o país.
"Para a diplomacia (argentina), a chegada de Rousseff é central. Não só para afiar as relações com o principal sócio comercial, mas também porque a Casa Rosada tenta deixar para trás o sabor amargo da notícia, na semana passada, do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de excluir a Argentina como destino de seu giro pela América do Sul", diz o diário.
Esta é a primeira viagem internacional de Dilma como presidente. A previsão é de que Dilma e Cristina assinem uma série de acordos bilaterais, como um que prevê a construção de reatores nucleares.
Após o encontro a presidente argentina, que irá ocorrer na Casa Rosada (sede da presidência), Dilma vai se reunir com membros das Mães e Avós da Praça de Maio, duas entidades que têm como objetivo encontrar crianças desaparecidas durante a ditadura militar argentina.
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