O prefeito de Patos, Nabor Wanderley, foi mais um gestor a estranhar a atitude do governador Ricardo Coutinho (PSB) que determinou a redução do repasse do ICMS aos 223 municípios da Paraíba.
O gestor revelou que Patos perdeu mais de R$ 309 mil com a decisão de Ricardo e lamentou não ter sido comunicado sobre o fato. “O governo estadual deveria ter mais respeito com os municípios, pois isto compromete nosso orçamento”, falou.
Nabor Wanderley disse que ficou sabendo da notícia pelo gerente do Banco do Brasil que lhe relatou que a Secretaria da Receita do Estado havia detectado um ‘suposto’ repasse maior de valores repassados do ICMS entre os meses de julho do ano passado a janeiro deste mês.
O prefeito classificou o gesto de Ricardo como autoritário. “Sem avisar, ele simplesmente cortou o dinheiro sem fazer nenhum comunicado, numa atitude de cima para baixo”, afirmou.
Ainda segundo o peemedebista, “Ricardo Coutinho quer resolver os problemas do Estado com o dinheiro dos municípios”.
Nabor não descartou a possibilidade do atraso do pagamento dos servidores, da Previdência Social e dos fornecedores após o ‘corte inesperado’.
Por fim, ele disse que irá se reunir com a Procuradoria do município para saber quais atitudes irá tomar após o corte no repasse do ICMS.
O gestor revelou que Patos perdeu mais de R$ 309 mil com a decisão de Ricardo e lamentou não ter sido comunicado sobre o fato. “O governo estadual deveria ter mais respeito com os municípios, pois isto compromete nosso orçamento”, falou.
Nabor Wanderley disse que ficou sabendo da notícia pelo gerente do Banco do Brasil que lhe relatou que a Secretaria da Receita do Estado havia detectado um ‘suposto’ repasse maior de valores repassados do ICMS entre os meses de julho do ano passado a janeiro deste mês.
O prefeito classificou o gesto de Ricardo como autoritário. “Sem avisar, ele simplesmente cortou o dinheiro sem fazer nenhum comunicado, numa atitude de cima para baixo”, afirmou.
Ainda segundo o peemedebista, “Ricardo Coutinho quer resolver os problemas do Estado com o dinheiro dos municípios”.
Nabor não descartou a possibilidade do atraso do pagamento dos servidores, da Previdência Social e dos fornecedores após o ‘corte inesperado’.
Por fim, ele disse que irá se reunir com a Procuradoria do município para saber quais atitudes irá tomar após o corte no repasse do ICMS.
ClickPB
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