A Assembléia Legislativa da Paraíba aprovou ontem por unanimidade projeto de lei do deputado Janduhy Carneiro (PPS) que dispõe sobre a instalação de aparelhos detectores de metais nas entradas das escolas da rede estadual.
Detectores de metais para barrar armas
Os detectores visam barrar o ingresso de pessoas portando armas brancas e de fogo dentro das salas de aulas, prevenindo desta forma tragédias como a assistida este ano em Realengo, Rio de Janeiro.
Janduhy Carneiro é autor do projeto
Na Paraíba, especialmente na região metropolitana de João Pessoa, também tem sido registrado episódios de violência nas escolas, com a entrada de grupos armados ameaçando a vida dos alunos.
Após a aprovação na AL, o projeto segue agora para a sanção do governador Ricardo Coutinho.
Veja o projeto:
Após a aprovação na AL, o projeto segue agora para a sanção do governador Ricardo Coutinho.
Veja o projeto:
Dispõe sobre a instalação de aparelho detector de metais nas entradas que dão acesso as Escolas Públicas Estaduais do Estado da Paraíba.
A Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba decreta:
Art. 1º - Torna obrigatório por parte das Escolas Públicas do Estado da Paraíba, a instalarem, aparelho detector de metais, com o objetivo de não permitir a entrada de arma de fogo ou arma branca nas instituiOções de ensino.
Art. 2º As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações próprias suplementadas se necessário.
Art. 3º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Sala das Reuniões, 11 de abril de 2011.
JANDUHY CARNEIRO
Deputado Estadual – PPS
Justificação: O objetivo deste Projeto de Lei é oferecer aos alunos, professores e demais funcionários das escolas públicas do nosso Estado, maior segurança nas instituições de ensino, visando com esta medida impedir a entrada de pessoas armadas nas escolas públicas do nosso Estado, resguardando a integridade física dos que ali estudam e trabalham.
O problema da falta de segurança nas escolas públicas do nosso País vem preocupando toda a sociedade e principalmente os pais dos alunos, que solicitam dos poderes públicos, leis mais rigorosas para combater a violência já instalada.
Recentemente acabamos de assistir através da mídia, um verdadeiro holocausto o que foi a Chacina do Rio de Janeiro na escola Tasso da Silveira, no bairro de Realengo no dia 7 de abril de 2011.
Aqui procuramos retratar algumas das opiniões publicadas e depoimentos extraídos de jornais, blogs e sites na internet:
Professora Xênia: educadora e supervisora pedagógica.
Estou muito triste hoje... como educadora, supervisora pedagógica em exercício, não posso ignorar o fato lamentável que aconteceu com as crianças na escola do Rio de Janeiro. Como mãe de 6 filhos, igualmente considero insuportável a dor dos pais que perderam seus filhos e dos outros que agora terão que cuidar dos que sobreviveram com seqüelas físicas e psicológicas. (XENIA)
Globo.com
Depoimento: um dos sobrevivente conta como foi
Uma das alunas da lembra os momentos de terror na unidade. Aos 12 anos, ela viu o atirador entrar na escola e estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.
A Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba decreta:
Art. 1º - Torna obrigatório por parte das Escolas Públicas do Estado da Paraíba, a instalarem, aparelho detector de metais, com o objetivo de não permitir a entrada de arma de fogo ou arma branca nas instituiOções de ensino.
Art. 2º As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações próprias suplementadas se necessário.
Art. 3º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Sala das Reuniões, 11 de abril de 2011.
JANDUHY CARNEIRO
Deputado Estadual – PPS
Justificação: O objetivo deste Projeto de Lei é oferecer aos alunos, professores e demais funcionários das escolas públicas do nosso Estado, maior segurança nas instituições de ensino, visando com esta medida impedir a entrada de pessoas armadas nas escolas públicas do nosso Estado, resguardando a integridade física dos que ali estudam e trabalham.
O problema da falta de segurança nas escolas públicas do nosso País vem preocupando toda a sociedade e principalmente os pais dos alunos, que solicitam dos poderes públicos, leis mais rigorosas para combater a violência já instalada.
Recentemente acabamos de assistir através da mídia, um verdadeiro holocausto o que foi a Chacina do Rio de Janeiro na escola Tasso da Silveira, no bairro de Realengo no dia 7 de abril de 2011.
Aqui procuramos retratar algumas das opiniões publicadas e depoimentos extraídos de jornais, blogs e sites na internet:
Professora Xênia: educadora e supervisora pedagógica.
Estou muito triste hoje... como educadora, supervisora pedagógica em exercício, não posso ignorar o fato lamentável que aconteceu com as crianças na escola do Rio de Janeiro. Como mãe de 6 filhos, igualmente considero insuportável a dor dos pais que perderam seus filhos e dos outros que agora terão que cuidar dos que sobreviveram com seqüelas físicas e psicológicas. (XENIA)
Globo.com
Depoimento: um dos sobrevivente conta como foi
Uma das alunas da lembra os momentos de terror na unidade. Aos 12 anos, ela viu o atirador entrar na escola e estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que Welligton Menezes de Oliveira entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
Rio - Nove corpos de vítimas do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, já foram reconhecidos pelas famílias no Instituto Médico Legal (IML). Outros três corpos ainda não foram identificados. Segundo o diretor de Polícia Técnica e Científica do Estado, Sérgio da Costa Henrique, o corpo de mais uma criança ainda será trazido do Hospital de Saracuruna. Com isso, sobe para 13 o total de crianças mortas no ataque - além do próprio atirador, que se matou. Dos alunos mortos, apenas um é menino.
Portanto, apelo aos ilustres pares, pela imediata aprovação deste Projeto de Lei em razão da importância do tema.
Sala das Reuniões, 11 de abril de 2011.
JANDUHY CARNEIRO
Deputado Estadual – PPS
Portanto, apelo aos ilustres pares, pela imediata aprovação deste Projeto de Lei em razão da importância do tema.
Sala das Reuniões, 11 de abril de 2011.
JANDUHY CARNEIRO
Deputado Estadual – PPS
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