07/10/2011
Os comerciantes entendem que a Praça é tombada pelo Patrimônio Histórico da cidade e por isso não pode sofrer grandes modificações, principalmente, edificações como vem ocorrendo, desfigurando completamente o local.
Outro entendimento é que a Prefeitura Municipal de Cajazeiras devia ter solicitado autorização do Instituto para fazer a construção. Os comerciantes recorreram ao instituto e foram informados de que ele deve entrar com uma ação na justiça, solicitando que a obra seja embargada.
Inicialmente, os comerciantes pediram rapidez na construção da nova praça, pois após o isolamento da área estavam amargando prejuízos, com a queda acentuada de vendas; depois, quando as paredes dos quiosques começaram a ser erguidas, os comerciantes ficaram indignados, principalmente diante da possibilidade da venda de bebidas alcoólicas do local, o que deve gerar uma série de transtornos.
Vários comerciantes assinaram um abaixo-assinado e fizeram planfetos contra a construção de quiosques.
Várias irregularidades na obra também foram denunciadas, como falta de equipamentos de segurança dos trabalhadores, falta de ligação de água, luz, do nome da empresa e até de fardamento.
O prefeito Carlos Rafael disse que o movimento partia de um segmento pequeno de pessoas, que o movimento era político e que o IPHAEP não tinha competência para atuar na cidade.
EXATAS NEWS com informações do gazeta do alto piranhas
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