31/01/2012
No último sábado (28/01), policiais militares da 2ª Companhia do 6º Batalhão da PM, com sede em São João do Rio do Peixe-PB, efetuaram a prisão de EDUARDO DE SOUSA AMARO (residente à Rua Adriano Barros, Bairro da Estação), acusado do homicídio de JOÃO DOMINGOS DE ALBUQUERQUE, CABO da PM paraibana, fato ocorrido em 17 de maio de 2009, em São João do Rio do Peixe-PB.
A operação começou quando MARIA DINDA ABREU ESTEVÃO, companheira do acusado, compareceu à sede da 2ª Cia., denunciando-a pela prática reiterada de violência doméstica e ameaças ao longo de cinco anos de relacionamento e que, não mais suportando, resolveu procurar apoio policial. A denunciante pediu que os militares a conduzissem até a residência de familiares e na presença dos mesmos, revelou como EDUARDO praticara o homicídio.
Segundo ela, no dia do crime, o acusado estava bebendo no “Espetinho de Novim”, juntamente com um indivíduo conhecido por MARCELO DE DODÔ, quando o CABO JOÃO DOMINGO chegou ao local com visíveis sintomas de embriaguez, quando EDUARDO sugeriu que matassem o militar. Em seguida, MARCELO saiu do local para ir a uma festa e EDUARDO obrigou MARIA DINDA a seduzir o PM e para que o chamasse para um encontro fora da cidade, aguardando-o para tal na casa dela.
Na mesma noite, o CABO JOÃO DOMINGO, de moto, apanhou MARIA e seguiu pela BR-405 em direção a Uiraúna, quando, 150 metros após a Churrascaria Carcará, a denunciante pediu-lhe que parasse o veículo por conta de necessidades fisiológicas. Neste ínterim, EDUARDO aproximou-se em uma moto, com o farol apagado e efetuou três disparos no CABO JOÃO DOMINGO pelas costas e mais dois disparos na cabeça do PM quando ele foi ao solo.
De posse de tais informações, com o apoio do Serviço de Inteligência de S. João, numa ação rápida, a PM localizou EDUARDO DE SOUSA AMARO pela madrugada e o conduziu à presença da autoridade policial, enquanto MARIA DINDA foi conduzida ao hospital para ser submetida a exame de constatação das lesões e ofensas físicas que segundo ela foram perpetradas pelo marido.
O Tenente-Coronel Ronildo, Comandante do 6º Batalhão da PM, afirmou que todo o aparato policial militar continua trabalhando para a preservação da ordem pública e encontra-se à disposição também para receber denúncias anônimas ou não que levem à prevenção e elucidação de crimes.
Cap Segundo Neto
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