Apesar de no começo do ano
acompanhado do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, o vice-governador é
presidente estadual do PSD, Rômulo Gouveia ter anunciado que o partido iria
aderir formalmente à base aliada do governo Dilma Rousseff (PT) e apoiar a
reeleição da petista em 2014, o distanciamento do governador Ricardo Coutinho
(PSB) em relação ao PT, parece ter influenciado a decisão dos pessedistas
paraibanos.
Segundo
o levantamento do Jornal Estado de São Paulo, o PSD paraibano está indeciso no
tocante ao apoio ou não a reeleição da presidente Dilma. No Nordeste o
diretório comandado por Rômulo é o único representante do PSD a ficar indeciso.
Em Pernambuco o PSD já decidiu vai seguir com a candidatura a presidente de
Eduardo Campos (PSB), no resto dos Estados nordestinos o PSD vai seguir com
Dilma. Circula nos bastidores que Coutinho estaria articulando o apoio do
partido de seu vice ao projeto socialista de Eduardo Campos que
pretende disputar a presidência contra a petista.
Na
Paraíba, o PSD antes da crise do PSB com o PT, o vice-governador defendia a
aliança com Dilma e destacava a parceria da presidente com o governo paraibano.
“Dilma tem sido aliada de primeira hora em nosso governo e viabilizou
grandes projetos para Paraíba, por isso, devemos
ficar ao lado da presidente, apesar da resistência de petistas a nossa
administração”, disse Gouveia. Outros diretórios pretendem apresentar uma lista
de reivindicações. O Acre pedirá a nomeação de aliados do PSD para cargos da
administração federal no Estado. O PSD de Rondônia quer pleitear mais verbas
para o Estado e seus municípios.
PBAgora

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