Natasha Scott-Falber tinha somente 14 anos de idade quando teve que usar o seu primeiro absorvente. A garota morreu rapidamente com a Síndrome do Choque Tóxico, sem imaginar que esse problema foi desencadeado pelo absorvente que estava usando.
A família da garota acredita que tudo começou quando Natasha contraiu uma gravíssima infecção bacteriana (problema raro que só acontece com 40 pessoas na Grã-Bretanha a cada ano). A morte da adolescente aconteceu no Dia dos Namorados, no País de Gales, no dia 14 de novembro.
Os pais de Natasha Scott-Falber resolveram conscientizar as pessoas por meio das redes sociais sobre a síndrome rara e colocaram mensagens no Facebook: “Natasha morreu de Síndrome do Choque Tóxico por ter usado seu primeiro absorvente. De um modo geral, é de conhecimento que um absorvente interno usado por muito tempo pode causar a síndrome. No caso de Natasha, ela seguiu todas as instruções e tinha utilizado corretamente. Em seu caso, apenas o fato de ter introduzido o produto já provocou a síndrome”.
A jovem ficou doente e faleceu muito rapidamente, somente cinco dias depois dos primeiros sintomas e do uso do absorvente. A morte de Natasha aconteceu em sua casa, assistindo a programas de TV, quando ela teve uma septicemia.
A infecção que acabou exultando no óbito da adolescente foi causada pela bactéria Staphylococcus aureus e Streptococcus. Essas bactérias ficam na nossa pele de modo inofensivo, mas quando invadem a corrente sanguínea produzem toxinas bem perigosas.
Não se sabe o porquê o absorvente interno contribuiu para que a jovem fosse vítima dessa síndrome grave, mas pode ser que a que a quantidade de sangue menstrual absorvido pelo produto possa ter alguma relação com a reação da bactéria de modo negativo para o corpo.
ENTENDA A SÍNDROME DO CHOQUE TÓXICO
A Síndrome do Choque Tóxico tem como característica uma invasão de bactérias na corrente sanguínea. Elas começam a produção das toxinas e isso provoca uma febre bastante alta e de modo súbito, sendo que juntamente com esses sintomas acontece uma queda acentuada na pressão arterial, resultando em tonturas, confusão mental, vômitos e diarreia.
O problema tem mais chances de vitimar mulheres do que homens, isso porque o público feminino tem mais riscos de contrair o mal durante o ciclo menstrual, principalmente se utilizarem absorventes internos ou contraceptivos como o diafragma, que concentram uma quantidade alta de sangue dentro do corpo feminino por mais tempo que os absorventes externos e outros métodos para não engravidar.
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