Uma adolescente de 16 anos de Gravataí, no Rio Grande do Sul, convive há quatro anos com uma agulha na garganta deixada por um dentista. Ela descobriu o objeto na boca após sentir fortes dores.
A família alega que a cirurgia para a retirada ainda não foi feita porque os médicos pedem exames detalhados que o sistema de saúde público não oferece e o impasse não se resolve. A secretaria de Saúde informou que pediu para que o caso seja tratado com prioridade e de vê realizar a cirurgia nos próximos dias.
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