segunda-feira, 6 de maio de 2013

Secretário promete UTI para hospital e fala sobre IML para o Sertão

06/05/2013

O secretário de Saúde do Estado da Paraíba, Waldson de Sousa, em visita ao Vale do Piancó, nesse final de semana, se reuniu com vários prefeitos da região, onde discutiram melhorias para a saúde no Sertão.

No encontro, o secretário e os gestores decidiram criar uma rede pactuada entre Estado e municípios, onde todos foram a favor da reforma e ampliação do hospital distrital de Itaporanga, além de discutir a possibilidade de construir uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) infantil.

De acordo com o secretário, esse tipo de acordo com os municípios tem surtido efeito, pois é uma forma de investir menos dinheiro e aproveitar mais a força de trabalho dos profissionais médicos da região.


“Isso vem sendo a grande expectativa. Vai definir uma condição de custeio muito melhor para os prefeitos e a ideia é que o Estado entre de forma muito parceira”. Disse Waldson.


IML

Quanto a conquista do Instituto Médico Legal, Waldson se comprometeu em levar o pedido para o secretário de Segurança, Cláudio Lima, e assegurou que daria uma resposta a população do Vale sobre o assunto.

Diário do Sertão

Trócolli Júnior solicita adiamento da campanha de vacinação contra febre aftosa na Paraíba

06/05/2013

O deputado estadual Trócolli Júnior (PMDB) vai solicitar, nesta terça-feira (07), na Assembleia Legislativa, o adiamento da campanha de vacinação contra febre aftosa na Paraíba, iniciada no último dia 4. A dilatação do prazo se faz necessária, segundo o parlamentar, porque a seca que assola o estado deixou o gado, em sua maioria, debilitado. Enfraquecido, o rebanho pode não suportar os efeitos da vacina e morrer.

Os estados de Sergipe, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco e Ceará já conseguiram, junto ao Ministério da Agricultura, adiar para junho a campanha de vacinação da febre aftosa por também terem sido afetados pela seca e estarem enfrentando os mesmos problemas da Paraíba, que já perdeu cerca de 50% do rebanho por conta da seca e pode perder os outros 50% devido a reação da vacina.


“Na Paraíba o rebanho está muito debilitado e esse gado não vai resistir porque essa vacina tem um efeito muito forte. Como o gado está muito debilitado essa vacinação pode levá-los a óbito provocando um prejuízo ainda maior aos produtores que já estão prejudicados por conta dos efeitos da seca”, ressaltou Trócolli que tem recebido inúmeras queixas de produtores.

Com medo, produtores podem deixar de vacinar

Com medo que o gado venha a morrer, os produtores podem tomar atitudes que levem o Estado a ter consequências desastrosas, conforme informaram vários deles ao deputado Trócolli Júnior.

É que, após o fim da campanha, os criadores são obrigados a prestar contas sobre o número de vacinas que foram aplicadas. Para cumprir a determinação do Ministério da Agricultura eles podem vir a jogar a vacina fora mesmo sem aplicá-la no rebanho apenas para informar os dados exigidos.

A consequência dessa medida pode ser um surto de aftosa, já que o rebanho não viria a ser vacinado pelos seus produtores que temem perder o resto de gado de lhe sobraram.

Para evitar que isso ocorra, Trócolli Júnior vai dar entrada em um requerimento na Assembleia Legislativa pedindo que, a exemplo do que aconteceu em outros estados nordestinos, a campanha seja adiada para junho. “Eu vou apresentar esse requerimento porque outros estados já tomaram essa providência e é necessário que a Paraíba também siga esse exemplo, do contrário vamos perder os 50% de gado que restaram aos produtores”, enfatizou o deputado.

Campanha na Paraíba



A primeira etapa da campanha, que se estende até o dia 31 deste mês, foi lançada no último sábado (4), pela Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, na Fazenda Serrote Agudo, no município de Catingueira. A meta da Defesa Agropecuária é vacinar 100% do rebanho do Estado, estimado em 1,1 milhão de cabeças de gado em 100 mil propriedades, conforme números da campanha do ano passado.


Assessoria

Municípios têm até o dia 27 para adequação à Lei da Transparência

06/05/2013

Termina no dia 27 de maio o prazo para que os municípios com menos de 50 mil habitantes atendam às exigências da Lei da Transparência. Aprovada há quatro anos pelo Congresso, a Lei Complementar 131 determina a publicação, em meio eletrônico de acesso público, das informações sobre a execução orçamentária e financeira dos entes federados. Muitos municípios, no entanto, sequer têm portal na internet.

O senador Cássio Cunha Lima argumentou que será importante que os 213 municípios paraibanos com menos de 50 mil adaptem suas estruturas para obedecer a lei. “A sociedade inteira é favorecida. A transparência gera uma segurança da correta alocação de recursos e um poder de fiscalização por parte dos cidadãos”, disse o senador.

Autor do projeto que deu origem à lei, o senador João Capiberibe (PSB-AP) diz considerar que o prazo dado às cidades menores foi suficiente para que se adequassem às exigências, lembrando ainda que o acesso à tecnologia está mais fácil atualmente.

O secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, diz que não é difícil antever as dificuldades. “Eu receio que isso [o cumprimento da lei à risca] não vai acontecer porque os municípios, embora tenham tido um prazo longo, desde 2009, muito provavelmente não se prepararam para essas mudanças”, lamentou.

DEFICIÊNCIAS – Um levantamento feito pela ONG em 2012 mostra que até mesmo as cidades com mais de 50 mil habitantes, cujo prazo para adequação terminou há dois anos, têm dificuldade para cumprir a Lei da Transparência. O levantamento foi feito com base em índice de transparência criado pela organização que leva em conta 105 parâmetros de conteúdo, frequência de atualização e série histórica disponível, além da usabilidade dos sites.

Em uma escala que vai de zero a dez, a nota média dos 124 municípios de São Paulo com mais de 50 mil habitantes foi de 3,97. Outro dado do levantamento aponta que 70% dos portais foram feitos por empresas privadas, ou seja, apenas 30% dos municípios conseguiram construir seus portais com a estrutura das prefeituras. Para o representante da ONG, a nota baixa em municípios maiores e de um estado rico mostra que há uma possibilidade grande de que as cidades menores enfrentem dificuldades.

É também em São Paulo que está uma iniciativa citada como exemplo positivo por Gil Castello Branco: a colaboração entre estados e municípios. O estado tornou disponível para os municípios um portal pronto para o preenchimento dos dados. Também será oferecido um treinamento para servidores das prefeituras. Iniciativas semelhantes, segundo o secretário-geral da Contas Abertas, foram implantadas no Espírito Santo e no Amapá.

“Isso, ao meu ver, é positivo. Eu acho que onde houver essa colaboração do governo do estado, isso será mais fácil. Onde não houver, essas prefeituras vão acabar tendo que recorrer em cima da hora a empresas privadas que vão fazer isso a preços caríssimos”, alertou.

Embora tenha dúvidas sobre a aplicação de punição aos municípios às vésperas de uma eleição, Castello Branco afirmou que é preciso denunciar a falta de transparência. A denúncia pode ser feita ao Ministério Público.

PUNIÇÃO – Caso não cumpram as determinações legais, as prefeituras podem ser punidas com a suspensão das transferências voluntárias de recursos, como as emendas parlamentares e o dinheiro de programas dos ministérios. A punição acabaria tendo reflexos para a população local.


Assessoria de Cássio 

Revelado projeto dos EUA para destruir a Música Popular Brasileira

06/05/2013


Documentário baseado em livro de escritor americano dá detalhes da possível conspiração

O jornalista Luis Alberto Guedes, em sua coluna no MaisPB, traz à evidência um documentário em que faz revelações impactantes e estarrecedoras sobre um provável plano norte-americano para “exterminar” a Música Popular Brasileira, por conta de questões políticas. O vídeo toma por base um livro do escritor norte-americano Neil Jackman, que trata do assunto.

Com depoimentos de grandes nomes da música, produtores musicais e até personagens que ajudaram a contribuir com a efetivação ‘do plano’, o documentário apresenta peças que parecem se encaixar perfeitamente em um cenário que, nos tempos atuais, deixam claro que o resultado parece ter sido alcançado.

O mais surpreendente, porém, explica o jornalista, é que nomes da “Música Popular Brasileira” são revelados, de acordo com pesquisas realizadas, como “agentes infiltrados” no país, preparados para dar andamento ao projeto de destruição.

Leia a coluna do jornalista e editor do MaisPB, Luis Alberto Guedes, clicando AQUI



MaisPB  

Estado inicia campanha de vacinação contra febre aftosa

06/05/2013


Criadores de bovinos e bubalinos estão obrigados a vacinar seu rebanho

O Governo do Estado lançou, nesse fim de semana, a primeira etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, que se estende até o dia 31 deste mês. A ação é executada pela Secretaria do Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca (Sedap) e suas vinculadas. A meta é vacinar 100% do rebanho. O lançamento aconteceu na Fazenda Serrote Agudo, no município de Catingueira, região de Patos.

Todos os criadores de bovinos e bubalinos estão obrigados a vacinar seu rebanho. Depois disso, o criador tem até 10 de junho para notificar a vacinação nos escritórios da Defesa Agropecuária espalhados pelo Estado. É necessário apresentar as notas fiscais das vacinas e a classificação do rebanho separado por idade e sexo.

Os criadores que não vacinarem, ou não apresentarem a notificação no tempo previsto, estão sujeitos a punições como multas, e a impossibilidade do transporte e comercialização, uma vez que não terão direito ao GTA (Guia de Trânsito Animal), além da exclusão dos programas do governo. As farmácias veterinárias que estão inaptas para a venda de vacinas devem procurar a Defesa Agropecuária para regularizarem a situação de comercialização do produto.

Estiveram presentes ao evento, o secretário da Sedap, Marenilson Batista, o representante do Ministério de Agricultura Antônio Ibernon, o presidente da Emater Paraíba, Geovanni Medeiros, o gerente executivo da Defesa Agropecuária da Paraíba, Rubens Tadeu, o secretário de Agricultura do Município de Catingueira, José Fernandes, além de prefeitos da região, representantes do Banco do Nordeste, gerentes regionais da Emater, vereadores, equipe da defesa agropecuária de Patos e autoridades locais.

De acordo com o secretário Marenilson Batista, a principal meta da campanha é fazer com que a Paraíba “passe do estado de médio risco para livre de aftosa com vacinação”, e para que isso ocorra, “depende do empenho de todos, de um trabalho conjunto entre secretarias municipais de agriculturas, prefeituras, defesas agropecuárias, pequenos e grandes agropecuaristas, juntos e focados nesse propósito”, disse.

Geovanni Medeiros destacou o empenho de todos os profissionais participantes da campanha de vacinação e ressaltou a importância das parcerias com os órgãos envolvidos para os resultados que o Estado vem obtendo no decorrer dos anos. Lembrou que a Emater é uma aliada da Sedap e da Defesa Agropecuária na execução de um trabalho conjunto para “alcançar a meta de um estado livre de aftosa com vacinação”.

“Se a Paraíba der esse passo para estado livre de aftosa com vacinação passará a ser o espelho do Brasil”, declarou o representante do Ministério de Agricultura, Antônio Ibernon.


Secom-PB

Vale dos Dinossauros, beleza que faz gosto a gente ver em Sousa.

06/05/2013


Criado em 27 de dezembro de 2002, pelo decreto estadual, é considerado um dos mais importantes sítios paleontológicos
por concentrar a maior quantidade de pegadas de dinossauro no mundo.

Está localizado na cidade de Sousa PB, onde é muito visitado pelos habitantes dessa cidade. Encontram-se lá: ossos, fotos
(pegadas, paleontólogos) e diversidades de rastros dos diferentes tipos de dinossauros que por ali passaram.


Rico em diversos conhecimentos sobre pegadas de dinossauros atrai muitos turistas curiosos, que são guiados pelas placas de entrada e de saída do vale.


Com uma área de 1.730km², desperta o interesse de cientistas e estrangeiros em conhecer as pegadas.


Segundo o governo do estado da Paraíba o vale havia sido reformado no ano de 2012 para melhor a recepção de seus visitantes.

Redução da maioridade irá fracassar no Brasil, diz ex-presidente colombiano

06/05/2013

Para enfrentar as drogas e a violência, São Paulo implementou a internação compulsória e o Congresso discute a redução da maioridade penal.

Na visão do ex-presidente colombiano César Gaviria, essas políticas são inócuas e estão na contramão de experiências bem-sucedidas.

Ele é um dos três ex-presidentes da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. A iniciativa inclui Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Ernesto Zedillo (México) e defende medidas como o fornecimento controlado de drogas pelo Estado para diminuir o lucro e o tamanho do narcotráfico.

Gaviria, 66, fala de cátedra. Seu governo (1990-1994) enfrentou os cartéis de Cali e Medellín. Em seu mandato, o narcotraficante Pablo Escobar foi morto.


Folha - Pesquisa recente do Datafolha revela que o envolvimento de um jovem da família com drogas é o principal temor entre os moradores de São Paulo, com 45% do total. Isso o surpreende?

César Gaviria - Não me surpreende. Esses números são consequência de uma política que todos os latino-americanos e os EUA já observam por várias décadas, e o que temos para mostrar são apenas fracassos.

O Brasil tem de olhar as experiências europeias de menor dano e começar a tratar como problema de saúde, e não como um tema criminoso. E tentar desmontar o imenso tamanho desse negócio, que o transforma em um problema de segurança tão grave.

Ainda que seja fácil pensar numa solução autoritária, isso não resolve. Basta ver o que está acontecendo nos EUA, onde as pessoas estão votando em massa pela legalização da maconha.

Mas no Brasil o problema crescente tem sido o crack. Não há diferença na hora de lidar com um droga muito barata e mais viciante?

O que o Brasil tem de fazer é olhar Portugal, onde podemos observar o que há de melhor no mundo para enfrentar esse problema.

Portugal decidiu, anos atrás, tratar isso como um problema de saúde pública. Qualquer consumidor pode chegar a um hospital e receber atenção, tratamento, prevenção. E tem sido uma política bem-sucedida, que tem reduzido a violência, a corrupção e que permite ao Estado enfrentar problemas de vício como o do crack.

O que o Brasil faz, em contrariedade com toda a América Latina, Europa e Estados Unidos, é começar o caminho de criminalizar mais o consumo ou de pensar que enfiar mais pessoas na prisão vai resolver os problemas. Obviamente, é preciso combater os cartéis. Mas é possível apoiar os consumidores no sistema de saúde.

A internação compulsória é uma solução?

É uma política que se presta a todo tipo de abuso de direitos humanos. A China está abandonando por causa de enorme quantidade de abusos. Por que não olhar Portugal, onde não passou pela cabeça o tratamento compulsório? É preciso apoiar as pessoas a partir do sistema de saúde, para que não tenham medo de ir a hospitais.

O tratamento compulsório é uma má ideia e quem olhar a experiência internacional concluirá que os resultados são ruins.

Mesmo com relação ao crack?

O principal problema no crack, e se viu há pouco nos EUA, onde a diretriz está sendo retificada, é que termina sendo uma política terrivelmente discriminatória contra afro-americanos e pobres. Ser mais duro com o crack do que com as outras drogas só serve para enormes discriminações e para que pobres e negros acabem nos presídios.

O Brasil voltou a discutir a redução da maioridade penal. Qual é a sua posição?

Essas decisões não servem para nada. A única coisa que funciona são políticas integrais. Temos experiência na Colômbia. Medellín chegou a ter 300 mortes por 100 mil habitantes. Isso é mais do que qualquer guerra civil, é dez vezes a taxa do Brasil. Saímos por meio de trabalho social, tratamento integral. As empresas da cidade criaram fundações para levar educação e saúde aos meninos.

É possível transformar um assassino de 14 anos num bom cidadão se a sociedade se mobiliza para fazê-lo. Esses problemas não mudam com leis, mudam quando a sociedade decide resolver.

É o que as pessoas do Rio e de São Paulo têm de fazer. Se todas as empresas se dedicarem, verão como esses meninos sairão da violência.

Dói em mim ver o que está ocorrendo no Brasil, pensando em soluções tão contraindicadas e alheias ao que está acontecendo no mundo.

O sr. defende a administração de doses pequenas de droga. Como funcionaria?

Dou um exemplo. Na Suíça, há muitos anos, se fez um grande esforço para que as pessoas deixassem a heroína. No entanto, para os viciados que não foram capazes de abandoná-la, se a pessoa tem uma vida produtiva, o Estado fornece a morfina, e ela vai trabalhar todos os dias.

A sociedade tem de ser prática. Esses programas não podem ser administrados com moralismo e preconceito.

É melhor que o Estado forneça as drogas aos viciados que não se recuperam e não respondem ao tratamento do que ter meninos assaltando pelas ruas do Rio e de São Paulo para conseguir dinheiro e assim comprar drogas.

Por que o sr. prefere falar em regular em vez de legalizar?

Legalizar é uma palavra que expressa cansaço, um rechaço à política. Mas o que precisamos fazer é regular, porque obviamente só se vai permitir o acesso às drogas a pessoas de certa idade, em certas condições, com os controles necessários.

A regulação é algo que chegará aos EUA em breve, enquanto o Brasil começa o caminho contrário, ao insistir numa política fracassada.

A política brasileira para as drogas está defasada?

Esse tratamento compulsório do qual o Brasil está se aproximando não é o caminho do Uruguai, da Argentina, da Colômbia, do Peru.

O Brasil está começando a tomar o caminho do autoritarismo ao usar uma legislação de 2005, que parecia razoável, mas que os juízes aplicam de tal maneira que o que fizeram foi multiplicar a população carcerária. E isso não está levando a lugar nenhum. Alguns Estados dos EUA condenam jovens a até sete anos de prisão por consumir maconha, mas 60% dos presos de lá fumam maconha. Qual é o sentido de destruir a vida de uma pessoa para que ela inche as prisões e faça a mesma coisa?


Folha.com

Brasil trará 6 mil médicos cubanos para atender pobres

06/05/2013

Os governos do Brasil e de Cuba, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, estão acertando como será a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalharem nas regiões brasileiras mais carentes. Os detalhes estão em negociação. Os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o cubano Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla, anunciaram hoje (6) a parceria.

Patriota e Rodríguez não informaram como será a concessão de visto – se será definitivo ou provisório. Segundo o chanceler brasileiro, há um déficit de profissionais brasileiros na área de saúde atuando nas áreas carentes do país, daí a articulação com Cuba.

“Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos aqui, em vista do déficit de profissionais de medicina no Brasil. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e à qual atribuímos valor estratégico”, disse ele.

As negociações para o envio dos médicos cubanos para o Brasil foi iniciada pela presidenta Dilma Rousseff, em janeiro de 2012, quando visitou Havana, a capital cubana. Ela defendeu uma iniciativa conjunta para a produção de medicamentos e mencionou a ampliação do envio de médicos cubanos ao Brasil, para apoiar o atendimento no Serviço Único de Saúde (SUS).

“Cuba tem uma proficiência grande na área de medicina, farmacêutica e de biotecnologia. O Brasil está examinando a possibilidade de acolher médicos por intermédio de conversas que envolvem a Organização Pan-Americana de Saúde, e está se pensando em algo em torno de 6 mil ou pouco mais”, destacou Patriota.

Segundo o chanceler brasileiro, as negociações estão em curso, mas a ideia é que os profissionais cubanos atuem nas áreas mais carentes do Brasil. “Ainda estamos finalizando os entendimentos para que eles possam desempenhar sua atividade profissional no Brasil, no sentido de dar atendimento a regiões particularmente carentes no Brasil”, disse.

A visita do chanceler de Cuba ocorre no momento em que o presidente cubano, Raúl Castro, implementa mudanças no país, promovendo a abertura econômica e avanços na área social. Segundo Bruno Rodríguez, a parceria com o Brasil é intensa principalmente nas áreas econômica, social e turística. “Há um excelente intercâmbio de ideias”, disse o cubano.

O comércio entre Brasil e Cuba aumentou mais de sete vezes no período de 2003 a 2012, segundo o Ministério das Relações Exteriores. De 2010 a 2012, as exportações brasileiras para Cuba cresceram 36,9%. No ano passado, o comércio bilateral alcançou o recorde de US$ 661,6 milhões.


Agência Brasil

Wilson Filho é excluído da reunião do PMDB lamenta postura adotada pelo partido

06/05/2013


Parlamentar afirma que vem sendo excluído das reuniões do partido sem ter falado em saída.


O deputado federal Wilson Filho (PMDB) lamentou a postura da cúpula do PMDB em excluí-lo da reunião da legenda nesta segunda-feira (6), para discutir estratégias com vistas às eleições de 2014 no Estado e no país.

“Infelizmente, eu fui excluído mais uma vez. A reunião mais importante do ano e eu não recebi convite para participar do evento político”, lamentou o deputado.

Wilson Filho reafirmou que vem sendo preterido das reuniões interna do partido, mesmo sem ter declarado sua saída do PMDB.

“Eu nunca falei da minha saída do partido. Eu sou o único deputado que não fui convidado”, afirmou. 


MaisPB

Trabalho técnico da Emater ajuda a gerar renda no campo

06/05/2013

O apoio técnico e as orientações repassadas pela Emater têm ajudado muitos nordestinos a superarem o desafio de conviver com as secas do semiárido, gerar renda e se manter no campo com a família.

É o caso de Moisés Francisco da Silva, que depois de passar mais de dez anos como biscateiro, percorrendo a Paraíba e outros Estados para vender miudezas de porta em porta, retornou ao sítio Caiçaras dos Gabrieis, no município de Vieiropólis, onde nasceu e se criou, para cuidar e tirar o sustento a partir da agricultura e criação de galinhas numa área de 25 hectares pertencente à família, e orientado por técnicos da Emater, começou a criação de aves alternativas e produção de hortaliças, atividades que já lhe garantem renda.



Ele conta que não tinha opção de trabalho, então decidiu se tornar vendedor de miudeza. Mas depois de quase uma década, regressou para junto dos pais e irmãos. “Passava até 15 dias distante de casa e nessas andanças cheguei até ao Piauí”, lembra. Ele explica que após o nascimento do primeiro filho, há três anos, decidiu se dedicar ao cultivo da terra para se fixar ao campo e ficar junto da família.

Sem medo da seca – Moisés disse que não temeu a seca, mas procurou fazer diferente do que fizeram seus antepassados no cultivo da terra. Busocu orientação junto ao escritório da Emater, explicou o que tinha em mente e teve seu projeto colocado em prática, após análise da terra e avaliação do que poderia atender a necessidade da família.

Morando numa região com potencial para agricultura, apesar da escassez de água, Moisés decidiu trabalhar com produção de verdura e, numa segunda etapa, iniciou a criação de galinha de capoeira, escolhas que já lhe proporcionam uma renda mensal.

Fornecedor – Seguindo corretamente as orientações dos extensionistas, Moisés melhorou a qualidade dos produtos e se prepara para ser um fornecedor do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Ele também comercializa os produtos nas feiras livres das cidades vizinhas. Esta satisfeito.

No sítio, para suprir a necessidade de água, já que o pequeno açude e os riachos secaram, o agricultor perfurou um poço tubular que tem vazão de 5.100 metros cúbicos por hora, construído com recursos do Pronaf Semiárido, através do BNB. A obra teve o acompanhamento do extensionista da Emater em Vieiropólis, Manoel Chagas, e do coordenador regional da Emater em Cajazeiras, Edilson Pereira.

Orientado e usando recursos do Pronaf Estiagem, Moisés construiu aviário rústico usando material da região para reduzir custos, e sem fazer desmatamento em área de reserva ambiental que mantém no sítio.

Na produção de hortaliças, ele usa telas que protegem o acesso de insetos e das galinhas, além de reduzir a incidência da luz solar. “Aqui trabalhamos com alimentos orgânicos, o que garante a qualidade da produção”, afirmou. Na horta são produzidos cebolinha, coentro, pimentão, abóbora, alfece e quiabo, itens que são comercializados nas cidades vizinhas e no grupo escolar municipal próximo à comunidade.

O poço fornece água em tempo integral, de boa qualidade, com uma vazão suficiente para desenvolver as atividades agrícolas e abastecer o consumo humano na casa de Moisés e de mais cinco vizinhos. Com esse equipamento comunitário essãos famílias não precisa de carro-pipa.


Secom-PB

Presidente da FUNESC manda retirar cadeiras do Centro Cultural Zé do Norte em Cajazeiras

06/05/2013


A noite da última quinta-feira (2 de maio) ficará marcada pelo semblante desolado de alguns produtores culturais, Secretário de Cultura e transeuntes que passavam pela calçada da SECULT de Cajazeiras, quando um caminhão e seus carregadores retiravam assentos do Centro Cultural Zé do Norte.
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Um documento autorizando a retirada de objetos pertencentes ao teatro Ica, que haviam sido cedidos a título de empréstimo, ou comodato, ao Centro Cultural Zé do Norte até que as obras de recuperação e reforma do referido teatro chegassem ao fim, porém, de maneira surpreendente a Senhora Lucineia Maia de Souza Bezerra, presidente da Fundação Espaço Cultural (FUNESC) mandou retirar sem aviso prévio – cadeiras, refletores, ar condicionados, mesa de luz, entre outros equipamentos para dá suporte as atividades artísticas e culturais da cidade e região polarizada.
Para tristeza dos artistas, “Lú Maia” mandou um caminhão retirar todo material acima mencionado, que antes tinha sido cedido a Secretaria de Cultura de Cajazeiras,  que fosse entregue à Fundação Ernany Sátiro, na cidade de Patos. A atitude da presidente da FUNESC foi atribuída à ingerência política, pois o beneficiado, segundo comentários é o presidente do (PSB) daquela cidade, que também é presidente da Fundação Ernani Sátiro. Se for verdade essa informação nós condenamos veementemente.disse

Foalha Vip

6º BPM realiza mais um “pente fino” do presídio de regional de Cajazeiras

06/05/2013


O 6º Batalhão de Polícia Militar realizou na última sexta-feira (03) de maio mais um “pente fino” na Penitenciária Padrão Regional de Cajazeiras. Participaram do levante, policiais militares do 5º Pelotão da 6ª Companhia do BOPE, agentes penitenciários e bombeiros do 5º BBM (para possíveis emergências), num total de 108 (cento e oito) profissionais de segurança pública.
O efetivo PM esteve sob o comando do Capitão Bruno Silva, enquanto os do Sistema Penitenciário, sob a coordenação do Diretor do ergástulo, Agente Jaílson Matos Santos.
A operação se estendeu das 07h30 às 10h30 e resultou na apreensão dos seguintes objetos: 11 (onze) aparelhos celulares, 03 (três) chips, 03 (três) baterias de celular, 03 (três) carregadores de celular, 26 (vinte e seis) espetos, 03 (três) facas de fabricação artesanal, 01 (um) machado pequeno, 01 (uma) tesoura pequena e 01 (um) estojo vazio de munição de pistola calibre .380 ACP. O referido material ficou sob a guarda do Diretor da Penitenciária para os procedimentos devidos.

João Florindo B. Segundo – Capitão PM
Chefe da Seção de Comunicação Social e Marketing do 6º BPM

Jornalistas serão reconhecidos em premiação do Sebrae na próxima terça-feira (7)

06/05/2013

Nomes serão conhecidos na próxima terça-feira (7), durante a entrega da premiação, que também presta homenagem aos 120 anos do jornal A união.


Jornalistas paraibanos que melhor abordaram o tema empreendedorismo em reportagens para TV, rádio, internet e impresso serão reconhecidos na próxima terça-feira (7) durante a entrega do Prêmio Sebrae de Jornalismo. O evento será realizado na casa de recepções Porto Pinheiro, no Bessa, às 20h, e vai reunir profissionais da imprensa de todo o Estado.
Nesta quinta edição do prêmio, foram inscritos 48 trabalhos de jornalismo imprenso, telejornalismo, radiojornalismo e webjornalismo. Em todo o país, foram inscritos 1.279. De acordo com a gerente da Unidade de Marketing e Comunicação do Sebrae Paraíba, Renata Câmara, nesta edição, serão reconhecidos os três primeiros colocados em cada categoria. “A premiação é surpresa, mas temos certeza que os profissionais ficarão felizes com o reconhecimento”, destacou.
Os quatro primeiro lugares da etapa estadual irão concorrer à premiação nacional e disputam o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, no valor de R$ 25 mil. Além do prêmio principal, serão escolhidos os melhores trabalhos em cada categoria, que irão receber R$12,5 mil cada um. Também haverá menções honrosas em cada categoria e cada um dos contemplados receberá R$ 3 mil.
Renata ressaltou que a escolha dos trabalhos foi bastante difícil pelo corpo de jurados, já que o nível das reportagens foi bastante alto. “A cada edição a qualidade do material inscrito tem melhorado e mostrado um diferencial dos profissionais do Estado. Percebemos que o assunto empreendedorismo tem ultrapassado os limites da editoria de economia, mostrando que o tema é transversal e pode ser pautado em vários espaços de cultura à cidades”, destacou.
A região Sudeste lidera em número de participantes, com 566 inscritos. Em seguida, está Nordeste (278), Sul (193), Centro-Oeste (162) e Norte (80). Por sua vez, “Jornalismo Impresso” foi a categoria com mais trabalhos na disputa, com 649 inscrições. “Telejornalismo”, “Webjornalismo” e “Radiojornalismo” tiveram 308, 214 e 85, respectivamente.
O Prêmio Sebrae de Jornalismo é uma iniciativa do Sebrae, com participação da Revista IMPRENSA e apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).
Homenagem
Este ano, durante a solenidade de entrega do Prêmio, o Sebrae Paraíba também presta uma homenagem aos 120 anos do jornal A União. “A história de A União está inteiramente ligada ao jornalismo paraibano. Através dos profissionais que iniciaram o jornalismo econômico no jornal, teremos a oportunidade de comemorar os 120 anos de circulação do impresso, que foi a escola do jornalismo paraibano”, destacou Renata.

Serviço
Entrega do Prêmio Sebrae de Jornalismo
Data: 7 de maio de 2013 (terça-feira)
Horário: 20h
Local: Porto Pinheiro – Av Argemiro de Figueiredo, 636, Bessa


UNIDADE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING
SEBRAE PARAÍBA
Telefone: (83) 2108-1215/1126/1218
E-mail: comunicacao@sebraepb.com.br
Twitter: twitter.com/sebraepb
Facebook: http://www.facebook.com/SebraeParaiba

Sigla criada com fusão de PPS e PMN ainda não existe oficialmente

06/05/2013

Cúpula da MD diz que atrasa registro no TSE para atrair parlamentares de outros partidos.


Lançada há quase 20 dias, a Mobilização Democrática, legenda que nasceria da fusão do PPS com o PMN, ainda não existe de fato.

Apesar de terem celebrado o casamento em cartório, as duas siglas não deram entrada no processo de registro da MD na Justiça Eleitoral, medida que formaliza a fusão.

A demora ocorre sob o argumento de que PPS e PMN tentam esticar o prazo para negociar a migração de parlamentares para a MD.

A lei abre uma brecha de até 30 dias para que políticos possam migrar para uma sigla nova sem o risco de perda de mandato por infidelidade partidária. O prazo começa a ser contabilizado a partir da oficialização no TSE.

"Estamos trabalhando esse assunto com toda a tranquilidade, até para dar tempo aos que possam querer mudar de partido", diz o deputado federal Roberto Freire, presidente do PPS, que assumiria o controle da MD.

Ele atua para atrair deputados de siglas como PSD, DEM e PSDB. Convidou ainda o ex-governador tucano José Serra.

Políticos contrários à fusão, porém, dizem que a cúpula da MD teme perder parte dos parlamentares que o PPS e o PMN têm hoje após oficializar a operação na Justiça.

A brecha na lei vale tanto para quem desejar aderir à MD quanto para quem optar por sair da sigla que nascerá. Juntos, PPS e PMN têm 13 deputados federais.

"Qual o deputado que, podendo sair para uma sigla maior, decidirá ficar na nanica?", diz um dirigente do PSD.

Calcula-se que a MD pode chegar a até 30 deputados, entre eles dissidentes do PSD e do DEM que migrariam por divergências (o PSD tem nomes oriundos da oposição e agora ensaia aderir ao governo Dilma) e pelo apoio que o governador Eduardo Campos (PSB-PE) tem dado à fusão.

Campos desponta como possível candidato a presidente em 2014. No DEM, muitos deputados manifestam predileção pela candidatura dele à de Aécio Neves (PSDB).

Mais do que o peso de uma adesão ideológica, interessa aos caciques de partido o fato de que, sob a lei atual, se um deputado migra para uma nova sigla, leva consigo tempo de propaganda eleitoral e recursos do fundo partidário.

Advogados que auxiliam a MD afirmam que o mesmo não ocorreria com parlamentares que deixassem a nova legenda para ingressar em um partido já existente.
    Folha SP

Ipaumirim-CE: Mulher ateia fogo a corpo de agricultor após discussão; vítima está em estado grave

06/05/2013


Um crime chocante abalou a cidade de Ipaumirim, no Centro-Sul cearense. O agricultor Francisco Rademaker Almeida de Souza, de 47 anos teve parte do corpo incendiado pela dona de casa Maria de Fátima Geralda, de 42 anos.
A agressão teria ocorrido após uma discussão, ainda no sábado (04), na localidade de Alto Bandeirantes. A vítima, apelidado de Chico Velho,  foi até a casa da agressora, cuja irmã teria um caso com a esposa dele. As informações são do colaborador do Diário do Nordeste, Richard Lopes.
Geralda afirmou que foi maltrada pelo agricultor, que apresentava sinais de embriaguez, e por isso teria resolvido pegar uma garrafa de álcool, jogar o líquido no corpo dele, acendido um palito de fósforo e ateado corpo na vítima.
Em seguida, conforme apurou o sargento Cavalcante, da Polícia Militar, Francisco de Souza saiu da casa desesperado, com o corpo em chamas e foi socorrido por populares que jogaram água nele até apagar o fogo.
O agricultor está internado em estado grave, embora consciente, no Hospital de ipaumirim. A agressora foi autuada em flagrante por tentativa de homicidio pelo delegado plantonista da Delegacia Regional de Polícia Civil de Icó, Adriano Félix.
Fonte: Diário do Nordeste

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