As Prefeituras de Patos e Sousa, que vão realizar festas juninas, demoraram a administrar problemas relacionados ao evento, que terminaram por gerar notícias que soaram de forma negativa, além de ocasionar certo desgaste na imagem dos gestores, justamente ao contrário do que deveria ter acontecido, já que conseguiram parcerias importantes para fazer as festividades, sem onerar as finanças municipais, fato que deveria contabilizar de forma positiva para imagem dos administradores.
Em Patos, a prefeita Francisca Mota poderia ter resolvido a questão dos barraqueiros junto à empresa privada que vai realizar o São João, definindo um local para que eles fizessem a comercialização, conforme acontecia nos anos anteriores, mesmo que não fosse no local mais adequado, pois deixar que a empresa absorva para si a mão de obra dos barraqueiros com o pagamento de um percentual pela venda, não é melhor solução, já que o maior lucro está na venda de outros produtos –(comida, por exemplo) e não apenas na bebida comercializada.
Em Sousa, o prefeito André Gadelha, que argumenta que não dispor dos R$ 200 mil reais para concluir os serviços da UPA, já deveria ter ido ao Ministério Público Federal e acertado para reservar, parceladamente, dos recursos da saúde ou de recursos próprios, o valor a ser investido nos serviços exigidos para a conclusão e funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento. O próprio Ministério Público sabe que o dinheiro que deve ser aplicado na UPA, tem que ser de dotação orçamentária específica.
O que se viu durante toda a semana que passou, foi o contrário, a corda esticou em Patos, os barraqueiros foram às ruas, o fato virou notícia e o mesmo aconteceu em Sousa – não se fala mais nas atrações do São João das duas cidades, mas dos problemas que os gestores não quiseram solucionar.
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