Dois homens tiveram suas mãos
esquerdas cortadas após serem acusados de roubo pela polícia do Paquistão e
terem se recusado a assumir o crime, informaram as vítimas à Reuters nesta
segunda-feira (2). Eles foram acusados de terem roubado fios elétricos e telefones
celulares.
Ghulam Mustafa, de
38 anos, e Liaquat Ali, de 42 anos, contaram que foram mutilados com uma grande
faca de açougue na última sexta-feira (30). “Quatro ou cinco policiais me
seguraram e cortaram minha mão. Eu desmaiei com a dor”, disse Mustafa no
hospital onde está internado, em Bahawalpur. “Eu e Liaquat fomos presos há oito
dias por pessoas que nos acusaram falsamente de roubo e nos entregaram à
polícia, que nos espancou e torturou. E na sexta fizeram isso”.
A polícia nega a versão, e disse à Reuters que os homens cortaram as próprias mãos em uma tentativa de suicídio. Não ficou claro, entretanto, como eles teriam conseguido arrancar as mãos sem a ação de outra pessoa.
Médicos atenderam os dois homens apenas oito horas após a mutilação. Ambos haviam perdido muito sangue. “Parece que o corte foi feito com um machado ou uma arma similar. Estas não são feridas feitas por eles mesmos”, disse o médico Aamir Ahmed.
O médico disse que os policiais que acompanharam os homens ao hospital carregavam a mão de Mustafa em um saco plástico. Já a mão de Liaquat ainda estava presa a seu corpo.
A porta-voz da polícia local negou que a polícia tenha cortado as mãos dos dois homens. “Eles foram pegos roubando e foram agredidos por locais, mas acabaram sendo resgatados pela polícia e hospitalizados”, disse Nabeela Ghazanfar.
Reuters
A polícia nega a versão, e disse à Reuters que os homens cortaram as próprias mãos em uma tentativa de suicídio. Não ficou claro, entretanto, como eles teriam conseguido arrancar as mãos sem a ação de outra pessoa.
Médicos atenderam os dois homens apenas oito horas após a mutilação. Ambos haviam perdido muito sangue. “Parece que o corte foi feito com um machado ou uma arma similar. Estas não são feridas feitas por eles mesmos”, disse o médico Aamir Ahmed.
O médico disse que os policiais que acompanharam os homens ao hospital carregavam a mão de Mustafa em um saco plástico. Já a mão de Liaquat ainda estava presa a seu corpo.
A porta-voz da polícia local negou que a polícia tenha cortado as mãos dos dois homens. “Eles foram pegos roubando e foram agredidos por locais, mas acabaram sendo resgatados pela polícia e hospitalizados”, disse Nabeela Ghazanfar.
Reuters
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