O Exército vai combater o Aedes Aegypti, transmissor do zika vírus, dengue e febre chikungunya, na Paraíba. Cerca de 260 militares que integram as organizações da Guarnição de João Pessoa e Campina Grande reforçarão as ações de enfrentamento ao mosquito. O 1º Grupamento de Engenharia coordenará as atividades de cooperação com os órgãos governamentais, nas esferas estaduais e municipais.
Para isso, vários treinamentos estão sendo realizados. Na próxima semana mais um treinamento acontecerá no quartel do 16º Regimento de Cavalaria Mecanizada (Av. Marechal Rondon, s/n – Alto Boa Vista, Bayeux – PB), com previsão de início às 8h e término às 17h.
A atuação segue a determinação do Comando Militar do Nordeste (CMNE), que já disponibilizou efetivo para minimizar a ação do mosquito nos Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas. Em todo o país, o número de militares das Forças Armadas atuando na ação integrada entre governo federal, estados e municípios em diversos pontos é estimado em 2,8 mil homens.
Na Paraíba, a “Operação Zika Vírus” envolverá efetivos do 15º Batalhão de Infantaria Motorizada (15º BI Mtz), do 16º Regimento de Cavalaria Mecanizada (16º RC Mec) e da Companhia de Comando do 1º Grupamento de Engenharia (Cia Cmdo 1º Gpt E), para ações na Grande João Pessoa, do 31º Batalhão de Infantaria Motorizada (31º BI Mtz), para atuação em Campina Grande (PB), e do Hospital de Guarnição de João Pessoa (HGuJP), em localidades do interior do estado da Paraíba.
A “Operação Zika Vírus” poderá durar até 60 dias, a partir da capacitação dos militares no treinamento que será realizado pela Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, ação prevista para ocorrer nas Organizações Militares de João Pessoa entre 17 e 22 de dezembro 12, e no 31º BI Mtz, sediado em Campina Grande, nos dias 04 e 05 de janeiro do próximo ano.
Dentre as atividades a serem desenvolvidas pelos militares, em conjunto com agentes de saúde do Estado da Paraíba, destaca-se, inicialmente, a procura de focos do mosquito na região metropolitana de João Pessoa, visando combatê-los e controlar, assim, a sua proliferação.
O início das atividades dos militares nas ruas deverá ocorrerá somente após a conclusão do treinamento e da formalização das solicitações dos órgãos governamentais interessados junto ao Ministério da Defesa.
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