19/05/2015
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| Com demanda atual em torno de 2m³ cúbicos de água, por segundo, com novas empresas em instalação e reduzida reserva hídrica, o governo do Estado estuda medidas alternativas e urgentes para atender ao Cipp |
Em pleno quarto ano de seca, o sexto em algumas regiões do Interior, como a de Crateús e dos Inhamuns, e com prenúncio de mais um ano de El Niño, em 2016, com nova possibilidade de chuvas abaixo da média histórica, o Grupo de Trabalho e Ação (GTA) das Águas do governo do Estado acelera as discussões em torno de novas alternativas de fonte de abastecimento hídrico para atender à população, à agropecuária e ao setor industrial. Para além da transposição das águas do Rio São Francisco, projetos de reúso de efluentes tratados e de dessalinização da água do mar ganham corpo e urgência para atender, sobretudo, ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp).