Que a nutrição é essencial para garantir uma gravidez saudável para a mãe e para o bebê pode não ser novidade para muita gente. O ácido fólico, por exemplo, é uma vitamina cuja suplementação é indicada a todas as gestantes, muitas vezes quando ainda se planeja engravidar, para evitar más formações no tubo neural do feto. Porém, talvez outro nutriente passe a dividir os holofotes quando o assunto é a saúde do bebê. Uma pesquisa realizada no Centro Médico da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, revelou que o ácido graxo ômega-3, um tipo de gordura insaturada, pode ajudar mulheres a terem bebês mais fortes e a reduzir a incidência de partos prematuros. O estudo foi divulgado em fevereiro na publicação científica The American Journal of Clinical Nutrition.
Para chegarem a essa conclusão, os cientistas estudaram 300 futuras mamães, escolhidas aleatoriamente. Metade delas foi suplementada durante o final da gravidez com 600 mg diárias de DHA, um tipo de ômega-3. Já as outras receberam um placebo para fazerem parte do grupo de controle. Durante as observações, verificou-se que as gestações do grupo suplementado foram mais longas, acima de 34 semanas, resultando em uma menor incidência de partos prematuros. Os recém-nascidos das mamães que receberam a suplementação também nasceram mais fortes, com peso maior, quando comparados aos bebês das mães que receberam o placebo.
Segundo os pesquisadores, não foram encontradas contraindicações para a suplementação, porém estudos maiores precisam ser feitos para verificar todo o potencial desse nutriente.
Outros nutrientes importantes para a gravidez
Nem sempre a suplementação é recomendada, mas não custa reforçar a alimentação para ter nutrientes amigos da gestação durante esses nove meses, certo? Afinal, deficiências desses compostos podem causar baixo peso e até más-formações no feto. Conheça quais são essas substâncias e em que alimentos encontrá-las.
Para chegarem a essa conclusão, os cientistas estudaram 300 futuras mamães, escolhidas aleatoriamente. Metade delas foi suplementada durante o final da gravidez com 600 mg diárias de DHA, um tipo de ômega-3. Já as outras receberam um placebo para fazerem parte do grupo de controle. Durante as observações, verificou-se que as gestações do grupo suplementado foram mais longas, acima de 34 semanas, resultando em uma menor incidência de partos prematuros. Os recém-nascidos das mamães que receberam a suplementação também nasceram mais fortes, com peso maior, quando comparados aos bebês das mães que receberam o placebo.
Segundo os pesquisadores, não foram encontradas contraindicações para a suplementação, porém estudos maiores precisam ser feitos para verificar todo o potencial desse nutriente.
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