19.10.2026
O advogado é investigado no mesmo inquérito que Flávio Bolsonaro por suposta evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
A PF (Polícia Federal) investiga se Humberto Pradera, ex-servidor do STJ (Superior Tribunal de Justiça), vazou informações de processos da Corte para o advogado Willer Tomaz.
Tomaz é investigado no mesmo inquérito que Flávio Bolsonaro (PL) por suposta evasão de divisas e lavagem de dinheiro com plataforma de apostas.
Quando ainda era servidor, Pradera foi titular da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação do STJ. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão nesta segunda-feira (19) pela PF, na operação que mira possível violação de sigilo funcional.
"Foram identificadas comunicações entre Willer e Humberto Fontoura Pradera, servidor do STJ. Nas mensagens, Humberto repassa informações sobre demandas internas, relata que duas pessoas haviam sido designadas para tratar de determinado assunto e afirma que manter Willer informado. Em outro episódio, encaminhou fotografia de documentos exibido em computador, em ambiente aparentemente funcional com presença de carimbo sobre a mesa", diz trecho do relatório da PF ao qual a CNN teve acesso.
Policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília. Ele foi exonerado pelo STJ na sexta-feira.
A Operação Linceu apura possíveis crimes de violação de sigilo funcional, peculato eletrônico, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outras tipificações que a serem identificadas.
CNN

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