Uma das preocupações no período de enchentes é o tétano acidental, pois as inundações disseminam a bactéria causadora dessa doença que pode levar à morte. A difteria provoca inflamação das vias respiratórias e a transmissão ocorre pela saliva ou outras secreções eliminadas ao tossir, espirrar ou mesmo ao falar.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, salienta que vacinar-se é a melhor forma de prevenção e proteção para essas doenças. “Também é importante orientar as pessoas, principalmente crianças, para que não nadem ou brinquem em poças d’água, lagos ou rios que possam estar contaminados pelas águas das enchentes.
A bactéria do tétano é adquirida pela contaminação de ferimentos, mesmo que pequenos”, explica o ministro da Saúde. Ele lembra ainda que não existe vacina contra a leptospirose, outra doença muito comum nas enchentes e também por isso é mais um motivo para evitar contato com água de enchentes.
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